segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Poderosa oração do perdão

Por aqueles que me ofenderam

Senhor, entrego ................................... aos teus cuidados hoje. Que a Tua presença em sua vida dissipe a mágoa e restaure a paz. Faz-me ver como eu pude ter contribuído para a reação dessa pessoa comigo e mostra-me que lições preciso aprender dessa situação. Que meu imenso carinho por ................................... cresça a cada dia, não importando as fraquezas que eu venha a perceber nele (a). Ajuda-me a estar mais consciente de minhas próprias fraquezas do que das fraquezas dos outros.

Senhor, compre a promessa de Isaías 26:3. Tu, Senhor conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme, porque ele confia em Ti. Dá-me um novo coração e renova em mim um espírito reto, para que eu possa olhar para o meu ofensor através dos Teus olhos e não dos meus. Que o generoso perdão que Tu me concedes a cada dia, seja derramado sobre a vida de ..................................... e dá-lhe Tua perfeita paz. Amém.

Por aqueles a quem ofendi

Senhor, oro para que coisas boas, maravilhosas, estupendas, aconteçam a ....................................... e que ele/ela possa sentir Tua bondade tocando-lhe a vida hoje. Que o bálsamo curativo do perdão encha sua mente enquanto ele/ela pensa em mim. 

Ajuda-o a confiar plenamente em Ti e saber que, embora eu não possa reparar totalmente o dano que causei nem fazer o relógio voltar no tempo, Teu amor, bondade e graça infinita podem alcançar e cobrir o passado com Tua justiça. Que a paz que promove a compreensão tome conta de sua mente e coração. Amém.

Cortesia do Dr. Rosivaldo Silva N.H – médico ortobiomolecular. E-mail: ortobiomolecular@hotmail.com

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Cacau - da cabeça aos pés

O chocolate tem o poder de transformar momentos ruins em boas energias. Esta paixão pelo chocolate 80% “cacau”, é o protagonista deste artigo.

O cacau, contém polifenóis, entre eles os poderosos flavonoides, antioxidantes responsáveis por neutralizar os radicais livres impedindo o envelhecimento precoce da pele e prevenindo o aparecimento de doenças cardíacas e o câncer. 

Possui ação anti-inflamatória, ajuda a regular o intestino, aumenta o HDL (colesterol bom) e diminui o LDL (colesterol ruim), age no processo de oxigenação cerebral, ajuda na memória, previne o aparecimento de coágulos sanguíneos evitando a ocorrência de hipertensão arterial, ataques cardíacos e derrames. 

Os ácidos fenólicos do cacau têm ação emagrecedora, interferem na produção de leptina, o hormônio da saciedade, e seus antioxidantes previnem o acumulo da gordura nas células.

Também contém teobromina com ação diurética e estimulante do sistema nervoso central dando mais energia para realizar exercícios físicos. 

É rico em minerais: magnésio, que ajuda no  funcionamento do coração, ferro, cobre e manganês, responsáveis pelo transporte de oxigênio no sangue, cromo que auxilia nos índices de açúcar e zinco importante para a pele e o sistema imunológico. 

Possui o aminoácido triptofano, que eleva os níveis de serotonina que auxilia no controle da ansiedade aumentando a sensação de bem estar e prazer.

Em um estudo para avaliar o efeito do consumo de chocolate sobre a acne, envolvendo 65 participantes, durante 4 meses, os pesquisadores não encontraram mudança significativa na produção de acne. 

Recentemente, uma melhor atenção foi depositada nas propriedades dermatológicas de polifenóis do cacau. Mostraram contribuir para a fotoproteção do tecido interno, ao melhorar a circulação sanguínea dérmica, e afetar a superfície da pele cosmeticamente, hidratando-a. 

O consumo de cacau rico em flavonóis, durante 12 semanas, diminuiu a aspereza da pele em comparação com o cacau de baixo teor de flavonóis. 

Este efeito é potencialmente alcançado através de um aumento no fluxo sanguíneo em tecidos cutâneos e subcutâneos o que leva a uma maior densidade e hidratação. 

Em outro estudo, foi investigado os efeitos agudos de uma dose única do cacau rico em flavonóis na microcirculação cutânea. 

O consumo do cacau rico neste flavonóide aumentou o fluxo sanguíneo cutâneo e a saturação de oxigênio. 

O pré-tratamento com extrato de cacau polifenólico também tem demonstrado  uma proteção significativa contra a oxidação de células humanas submetidas a estresse oxidativo. 

Máscara hidratante caseira
Misture duas colheres de cacau em pó, um copo de iogurte natural e duas colheres de mel. Passe no rosto  e corpo.  Deixe agir de 15 a 20 minutos. Enxague com água morna e depois com água mais para fria e veja a luminosidade que a pela ganha.

Referências bibliográficas:
Araujo et al. Cacao and Human Health: from Head to Foot – A Review. Critical Reviews in Food Science and Nutrition. 2013. DOI:10.1080/10408398.2012.657921
A revista da mulher
Bambamel
Chocolate Gobeche

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

A arte de envelhecer sempre jovem

Segundo os japoneses, todo mundo possui um ikigai, o que um filósofo francês traduziria como raison d’être, razão de ser. 

Alguns encontraram seu ikigai e têm consciência dele, outros o carregam dentro de si, mas ainda o procuram.

De acordo com os nativos de Okinawa, maior ilha de um arquipélago subtropical,
onde vivem as mulheres mais velhas do planeta, o ikigai é a razão pela qual nos levantamos pela manhã.

Uma das coisas mais surpreendentes de se notar ao viver por algum tempo no Japão é como as pessoas continuam ativas, inclusive depois de se aposentarem. 

Na verdade, um grande número de japoneses nunca se “aposenta”, mas sim segue trabalhando naquilo de que gosta, a menos que a saúde não permita.

Não existe na língua japonesa uma palavra que signifique “aposentar-se” no sentido de “retirar-se para sempre”, como temos no Ocidente. 

Tal como afirma Jan Buettner, jornalista da National Geographic que conhece bem o país nipônico, “ter um propósito é tão importante nessa cultura que eles não têm nosso conceito de aposentadoria”.

Alguns estudos sobre a longevidade sugerem que ter uma vida em comunidade e um ikigai claro é tão ou mais importante do que a saudável dieta japonesa.

Essa ilha tem o maior índice do planeta de pessoas com mais de cem anos por cem mil habitantes. 

As pesquisas médicas que estão sendo desenvolvidas lá proporcionaram muitos dados interessantes a respeito das características desses seres humanos extraordinários:

Além de viverem muito mais que o restante da população mundial, é menor o seu histórico de doenças crônicas como câncer ou patologias cardíacas; enfermidades inflamatórias também são menos comuns. 

Há um grande número de centenários com um nível de vitalidade invejável e um estado de saúde que seria impensável para anciãos de outras localidades. 

Seu sangue apresenta um nível mais baixo de radicais livres, que são os responsáveis pelo envelhecimento celular, graças à cultura do chá e ao costume de se alimentar apenas até saciar 80% do estômago. 

A menopausa é muito mais suave e, de maneira geral, homens e mulheres mantêm um nível elevado de hormônios sexuais até idades muito avançadas. 

O índice de casos de demência é notavelmente mais baixo do que a média da população mundial.

As cinco zonas azuis. 

Assim são denominadas pelos cientistas e demógrafos as regiões em que há muitos casos de longevidade. 

A primeira dessas cinco zonas é Okinawa, no Japão, onde sobretudo as mulheres têm a existência mais longa — e sem doenças — do mundo. As cinco regiões identificadas e analisadas por Buettner em um de seus livros sobre as zonas azuis são:

Okinawa, Japão (sobretudo, o norte da ilha). A dieta da região inclui muitas verduras e tofu. 

Seus habitantes comem em pratos pequenos. 

Em sua expectativa de vida, além da filosofia ikigai, é importante o conceito de “moai” (grupo de amigos muito próximos). 

Sardenha, Itália (especificamente as províncias de Nuoro e Ogliastra). 

Seus habitantes consomem muitas verduras e vinho. 

Trata-se de comunidades muito unidas, o que exerce grande influência na longevidade. 

Loma Linda, Califórnia. Os pesquisadores estudaram um grupo de adventistas do sétimo dia que estão entre os mais longevos dos Estados Unidos. 

Península de Nicoya, Costa Rica. Muitos nativos passam dos noventa anos com uma vitalidade admirável. 

Grande parte dos anciãos se levanta às 5h30, sem grandes dificuldades, para trabalhar no campo. 

Icária, Grécia. Um em cada três habitantes dessa ilha próxima à costa turca tem mais de noventa anos, o que lhe valeu o apelido de “a ilha da longevidade”. 

(Para se ter uma ideia, segundo dados de 2016 do IBGE, os nonagenários não chegavam a 0,5% da população brasileira). 

Ao que parece, o segredo dos nativos remonta a um estilo de vida existente desde o ano 500 a.C.

Segundo os cientistas que compararam a vida nas cinco zonas azuis, os segredos para uma vida longa são a dieta, o exercício, ter um propósito (um ikigai) e boas ligações sociais, ou seja, muitos amigos e boas relações na família.

Essas comunidades administram bem o seu tempo para reduzir o estresse, comem pouca carne e alimentos processados e ingerem álcool com moderação.

Os exercícios praticados por seus integrantes não são extremos, mas eles se movimentam todos os dias para passear ou ir à horta. 

Os habitantes das zonas azuis preferem caminhar a usar um carro. Em todas elas, é muito comum a prática da jardinagem, que requer movimento físico diário, mas de baixa intensidade.

O segredo dos 80%. Um dos provérbios mais populares em Okinawa é Hara hachibu, que significa algo como “A barriga a 80%” e é dito antes e depois das refeições. 

A sabedoria ancestral recomenda não comer até ficar cheio. Por isso, em vez de se saciarem, obrigando o corpo a se desgastar e acelerando a oxidação celular com uma longa digestão, os nativos param de comer quando sentem que seu estômago está 80% cheio.

A dieta deles é rica em tofu, batata-doce, peixe (três vezes por semana) e muitas verduras (trezentos gramas por dia).

Os sentimentos de pertencimento e de ajuda mútua dão segurança ao indivíduo e contribuem para o aumento de sua expectativa de vida.

Referência bibliográfica
Garcia, Héctor
Ikigai : os segredos dos japoneses para uma vida longa e feliz/ Héctor García, Francesc Miralles ; tradução Elisa Menezes. – 1. ed. – Rio de Janeiro : Intrínseca, 2018.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Todos criamos monstros que dilaceram sonhos

Quantos monstros imaginários foram arquivados nos subsolos da sua mente furtando seu prazer de viver e dilacerando seus sonhos? 

Todos temos monstros escondidos por detrás da nossa gentileza e serenidade. 

A maneira como enfrentamos as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. 

Alguns momentos geraram conflitos que mudaram nossas vidas, ainda que não percebamos

Algumas pessoas não se levantaram mais, depois de certas derrotas. Outras nunca mais tiveram coragem de olhar para o horizonte com esperança depois de suas perdas. 

Pessoas sensíveis foram encarceradas pela culpa, tornaram-se reféns do seu passado depois de cometerem certas falhas. A culpa as asfixiou.

Alguns jovens extrovertidos perderam para sempre sua autoestima depois que foram humilhados publicamente. 

Outros perderam a primavera da vida porque foram rejeitados por seus defeitos físicos ou por não terem um corpo segundo o padrão doentio de beleza ditado pela mídia. 

Alguns adultos nunca mais se levantaram depois de atravessar uma grave crise financeira.

Mulheres e homens perderam o romantismo depois de fracassarem em seus relacionamentos afetivos, após terem sido traídos, incompreendidos, feridos ou não amados.

 Filhos perderam a vivacidade nos olhos depois que um dos pais fechou os olhos para a existência. Sentiram-se sós no meio da multidão. 

Crianças perderam sua ingenuidade depois da separação traumática dos pais. Foram vítimas inocentes de uma guerra que nunca entenderam. Trocaram as brincadeiras pelo choro oculto e cálido. 

A complexidade da mente humana nos faz transformar uma borboleta num dinossauro, uma decepção num desastre emocional, um ambiente fechado num cubículo sem ar, um sintoma físico num prenúncio da morte, um fracasso num objeto de vergonha. 

Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculta (Foucault, 1998). 

Não podemos nunca esquecer que os sonhos, a motivação, o desejo de ser livre nos ajudam a superar esses monstros, vencê-Ios e utilizá-Ios como servos da nossa inteligência.

Não tenha medo da dor, tenha medo de não enfrentá-Ia, criticá-Ia, usá-Ia.

Referência bibliográfica
Cury, Augusto Jorge, 1958 Nunca desista dos seus sonhos / Augusto Cury. - Rio de Janeiro: Sextante, 2004 ISBN 85-7542-149-2

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

A tristeza e a felicidade

A tristeza dá profundidade. 

A felicidade dá altura. 

A tristeza dá raízes. 

A felicidade dá ramos. 

A felicidade é como uma árvore que vai para o céu, a tristeza é como raízes que vão para o ventre da terra. 

Ambos são necessários, e quanto maior a árvore vai, chega mais profunda também simultaneamente. 

Quanto maior é a árvore, vão ser maiores as suas raízes, sempre na mesma proporção. É um equilíbrio. Osho 

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Por que comer verduras, legumes e frutas?

Existem 13 vitaminas conhecidas, que são classificadas em solúveis em óleo ou solúveis em água. As vitaminas solúveis em óleo (ou lipossolúveis) são as vitaminas A, D, E, K. 

Estão presentes nas gorduras, óleos, castanhas, nozes e sementes que comemos e são armazenados no tecido adiposo e no fígado. As vitaminas solúveis em água (ou hidrossolúveis) são as vitaminas do complexo B e a vitamina C. 

Estas viajam pela corrente sanguínea e são utilizadas pelas células. Apenas pequena quantidade é armazenada, sendo o excesso eliminado na urina. 

As vitaminas são necessárias para as reações energéticas; regulam as funções celulares; estão envolvidas nas funções de proteção (imunológicas). 

Já os minerais são necessários para o crescimento, para a saúde reprodutiva e manutenção do equilíbrio entre as células; fazem parte de tecidos; estão envolvidos na contração muscular e na transmissão dos impulsos nervosos. 

As vitaminas e os minerais devem estar em quantidades equilibradas para desenvolverem suas funções corretamente sem prejudicar o resultado final. 

O uso de doses maiores do que as indicadas podem afetar este equilíbrio, alterando suas funções. 

As fibras são encontradas somente em plantas. Os alimentos de origem animal (carnes, ovos e produtos de laticínio) não contêm fibras. 

Elas são as partes de grãos, vegetais e frutas que não são digeridas pelo nosso corpo, passam quase intactas pelo sistema digestório e são eliminadas pelas fezes, com os movimentos intestinais. 

Sem fibra suficiente, o processo digestivo pode ficar lento e a obstipação (intestino preso) pode ocorrer. Isto pode levar a doenças intestinais tais como as hemorroidas. 

Uma dieta rica em fibras e pobre em gorduras de origem animal pode reduzir o risco de certos tipos de câncer, doenças do coração e diabetes do adulto.

Alimentos ricos em fibras podem, também, ser úteis no controle de peso, prevenindo e tratando a obesidade. 

As fibras saciam mais por permanecerem mais tempo no estômago do que os alimentos refinados e assim a tendência é ingerir menos calorias. Existem vários tipos de fibras na natureza. 

Elas são separadas em duas classes, de acordo com sua solubilidade em água: solúveis e insolúveis. Alguns alimentos possuem um dos tipos, outros possuem os dois tipos de fibras.

As fibras solúveis durante o processo de digestão formam um gel que controla o açúcar e as gorduras no sangue e estão presentes em frutas como a maçã, laranja e banana; em hortaliças como a cenoura e a batata; em farelos de aveia, cevada e arroz e em leguminosas como o feijão, lentilha e ervilhas.

As fibras insolúveis dão textura firme ao farelo de trigo e às folhas verdes por exemplo.

São indispensáveis para o bom funcionamento intestinal pelo fato de segurarem água no intestino o que torna as fezes mais volumosas e macias. 

Estão presentes também no farelo de milho, cereais integrais, pipoca, nozes, amêndoas, amendoim e em todas as frutas, vegetais e legumes. 

É importante lembrar que os estudos demonstram que o consumo diário de fibras da população brasileira é insuficiente. Sempre que consumir mais fibras consuma mais água.

Créditos: Cristiane Tressoldi Zukowski - Presidente do Colegiado das Nutricionistas da AMMOC; Nutricionista da Prefeitura Municipal de Ibicaré.
Emanueli Lopes – Estagiária de Nutrição UNOESC.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Perfeição em evolução

Proporção e caráter: na Grécia Antiga, o belo era sinônimo de harmonia. Valorizava-se a simetria, garantia de formas proporcionais. A beleza era associada a qualidades de caráter. Segundo textos da época, o oráculo da cidade de Delfos dizia: “O mais justo é o mais belo”.

Contemplação espiritual e maternidade: a beleza tinha significado sobrenatural na Idade Média. As mulheres deveriam ter aparência angelical e expressões suaves. Durante o Renascimento, a beleza física ganhou elementos sensuais porque a magreza nada excessiva lembrava a infertilidade.

Rigidez e sedução disfarçada: entre os séculos XVI e XVII, a imagem feminina mudou por causa da Reforma Protestante. A sensualidade foi substituída por uma estética rígida e lábios estreitos. A sedução ficou representada nos espartilhos, que afinavam a cintura.

Subjetividade e melancolia: no século XVIII e começo do XIX, a proporção e a harmonia foram deixadas de lado. A beleza ficava sob responsabilidade da imaginação e dos sentimentos, de forma completamente subjetiva. Nesse período, características melancólicas e de feminilidade eram as que mais agradavam.

Emancipação e magreza: no fim do século XIX, a mulher bonita era esbelta e amava se maquiar — sem perder seus ares de emancipação, que a levavam a evitar padrões estabelecidos para agradar ao sexo oposto. Cabelos curtos, batom vermelho e vestidos sem volume traduziam a forma como queriam ser vistas.

Mídia e consumo: até em torno da metade do século XX, a mulher copiava as musas do cinema, referências para todos os gostos. Da mulher fatal Marilyn Monroe à mocinha Audrey Hepburn; das roupas suntuosas de Rita Hayworth às com toque andrógino, criadas pela estilista Coco Chanel.

Ditadura da beleza: a partir da segunda metade do século XX, os padrões eram quase autoritários: a mulher deveria ser magra, forte, com curvas e seios fartos; o cabelo, liso e bem cuidado; não havia espaço para rugas ou gordura.

Saúde e amor próprio: a tendência do século XXI é politicamente correta: corpo perfeito é corpo saudável. Ainda existem padrões estéticos inatingíveis, como dos artistas, mas alguns já permitem flagras de seu corpo real. A beleza está mais ligada à valorização pessoal. Revista época

Cada ser humano possui uma beleza física e psíquica original e particular. Aprenda diariamente a ter um caso de amor com a pessoa bela que você é, desenvolva um romance com a sua própria história. Não se compare a ninguém, pois cada um de nós é um personagem único no teatro da vida.  Augusto Cury