sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dolomita – o maravilhoso pó branco da longevidade

A Dolomita é um mineral - uma rocha cuja composição básica é o cálcio e magnésio. 

Este mineral foi descoberto por um geólogo mineralogista francês chamado Deodat Dolomieu (de onde vem o nome Dolomita), que viveu entre 1780 e 1801, descobriu e estudou a Dolomita nos Alpes Tiroleses, na Itália. 

Desde então, este mineral vem sendo estudado e seu uso aperfeiçoado pelos mais renomados pesquisadores no mundo. No Brasil a maior jazida de Dolomita está no norte do Estado do Paraná.

Na forma em pó, misturada com água para o uso externo forma uma pasta e tem uma ação penetrante nos poros, neutralizando rapidamente a acidez da área aplicada. O resultado é percebido na mesma hora devido ao alívio das dores e desconfortos nos casos de problemas como queimaduras de sol, de água ou de óleo. 

A Dolomita é recomendada em lesões que envolvem tecido conjuntivo ou muscular como contusões, hematomas, escoriações. 

Também pode reduzir processos inflamatórios em caso de acnes, e ajuda na remoção dos cravos. 
Naturalmente, estão na proporção adequada, favorecendo a absorção e fixação do cálcio e magnésio, elementos fundamentais para o organismo. Age diretamente na recuperação da massa óssea e muscular suplementando a carência de cálcio e magnésio, contribui para a cura de inflamações como: artrite, artrose, bursite, gota, reumatismo e tendinite. 

Recomendada nas colites, enjoos  azia, acidez, dor estomacal, digestão lenta, intoxicação alimentar, diarreias, mau hálito, gastrite e úlceras. No desgaste físico e mental.

Possui ação anti-séptica, higieniza a boca, desinflama as gengivas, evita cáries, elimina tártaro, clareia e fortalece o esmalte dos dentes.
Melhora o desempenho do coração, diminuindo a pressão sanguínea e evitando tromboses.


Além de seu efeito curativo, se tomado de forma regular, atua como um extraordinário preventivo fortalecendo e tornando imune nosso organismo a uma série de doenças, como consequência aumentando a nossa longevidade.


Uso interno:
Em pó: Uma colher de chá ao dia, ingerida em água, sucos, ou refeições.
Em cápsulas: Duas cápsulas ao dia após almoço e jantar.

Uso externo: Na forma de creme ou pasta
Modo de preparar: Despejar o pó em um recipiente, acrescentando água filtrada ou mineral, mexer até obter uma massa cremosa e homogênea aplicando três vezes ao dia no local afetado. 

Bambamel Natural - Informações recebidas dos fornecedores

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vitaminas em excesso

Quem não sabe que a diferença entre o remédio e o veneno está na quantidade de uma substância consumida? 

E a sabedoria popular mais uma vez se aplica às comprovações científicas. Embora sejam vitais para o organismo, as vitaminas só são boas se ingeridas nas doses recomendadas. Caso contrário, tornam-se tóxicas e têm efeitos opostos e nocivos à saúde. 

Estudos estimam que nos países desenvolvidos cerca de um terço da população adulta faz uso de suplementos vitamínicos regularmente e por conta própria – que justifica o uso do termo vitaminocultura. 

A má notícia é que essa prática indiscriminada pode ter consequências graves, como o surgimento de doenças cardíacas e a piora de câncer de próstata.
Pense nisso: para pessoas saudáveis, que têm uma alimentação balanceada, o consumo de suplementos vitamínicos é raramente necessário.

Quando necessários, devem ser prescritos por nutricionista ou médico.

Em excesso...
Ácido Fólico: aumenta a frequência  de crises convulsivas em epilépticos e pode piorar lesões neurológicas em indivíduos com deficiência de vitamina B12.
Vitamina A: amarelamento das palmas das mãos, sonolência, irritabilidade, cefaléia e vômito.
Vitamina B6: lesa gravemente os nervos, destruindo parte da medula espinhal.
Vitamina C: diarréia, formação de cálculo renal e alteração do ciclo menstrual.
Vitamina D: altera os níveis de sangue e a concentração de cálcio nos rins.
Vitamina E: aumenta o risco de câncer de próstata.
Niacina: causa rubor intenso, lesão hepática, distúrbios cutâneos, gota, úlceras e redução da tolerância à glicose.

Dose certa:
Consumo de vitamina recomendado para adultos por dia, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Vitamina A – 800mcg
Vitamina C – 60mg
Vitamina D – 5mcg
Vitamina E – 10mg
Vitamina K
Homens – 120mcg
Mulheres – 90mcg
Vitamina B1 (Tiamina) – 1,5mg
Vitamina B2 (Riboflavina) – 6mg
Niacina – 16mg
Vitamina B5 (Piridoxina) – 2mg
Vitamina B12 – 2,4mcg
Ácido fólico – 0,4mg

Créditos: Revista “O Poder das Vitaminas”

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aprenda a preparar um molho de tomate sem acidez

Sempre que prepara um molho de tomate ele fica ácido? Com certeza alguém já lhe ensinou que o truque é inserir uma pitada de açúcar que tudo se resolve. 

Na prática, sabemos que não é bem assim. Outros ingredientes podem contribuir para que a acidez do tomate seja retirada e seu molho fique levinho.

O primeiro passo é escolher o tomate certo. Evite molhos prontos, extratos e qualquer outro tipo de enlatado derivado do tomate – neste caso, a exceção vale para o tomate pelado, que é fruto inteiro, in natura, enlatado.


O ideal para o molho é usar o tomate fresco, de preferência o tipo italiano, que possui menos acidez. Escolha tomates maduros, sem machucados ou que estejam amassados. Todos devem estar bem vermelhos.


O preparo de um bom molho de tomate é demorado, mas não é difícil! Comece lavando os tomates e fazendo um corte em cruz, superficial, no topo do fruto. 

Passe-os em uma panela de água fervente, por trinta segundos e depois em água fria. Isso ajudará a retirar a pele dos tomates sem perder a polpa. 
Em seguida corte-os em quatro partes, retire as sementes, e termine de picar os pedaços em cubinhos. Numa panela, refogue uma cebola picada em azeite e adicione uma cenoura ralada. Coloque os tomates em cubos, abaixe o fogo, tampe e deixe lá cozinhando. De vez em quando, mexa o molho e adicione um pouco de água para que o molho não queime. 

Este molho deve cozinhar pelo menos três horas, em fogo baixo. É este cozimento que irá acabar com a acidez e que dará corpo ao molho. Se quiser, pode adicionar algumas latas de tomate pelado picado, que dão bem menos trabalho. Somente ao final do cozimento, que o molho pode ser temperado com os temperos de sua preferência.

Bambamel Natural

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Dicas para saber se o mel é puro

É importante saber que o único modo seguro para se ter certeza de que um mel é puro, é por meio de análises laboratoriais físico-químicos e microscópicas. Mas aqui vão algumas dicas:

Nas casas comerciais, principalmente nos supermercados, procurar pelo selo e número do SIF (serviço de Inspeção Federal), concedido pelo Ministério da agricultura, no rótulo a marca e os ingredientes para ver se não há algum aditivo, que as empresas são obrigadas a declarar.

Provar o mel é o mais importante para verificar se o sabor é autêntico.

Testes simples:
Misturar 1 colher de mel e 1 colher de água, mexer bem e pingar 3 gotas de lugol (solução de iodo 2%, à venda em farmácias). Misturar e verificar a cor. Se escurecer, é porque há amido no mel, e, portanto, ele não é puro.

Pingar o mel na água; se o mel for impuro, ele vai dissolver na água. O aditivo mais comum para o mel é melado de cana de açúcar, que dissolve. 

Se o mel for puro, ele vai ficar junto, e afundar como uma gota firme no fundo do copo.
Pegar um isqueiro e uma vela com pavio de algodão. Mergulhar o pavio do mel e retirar um pouco do excesso. Tentar acender o pavio. Se queimar, o mel é 100% puro. Se demorar para queimar, a presença da água dificulta o acendimento do pavio, mostrando adulteração por acréscimo de água.

Derramar algumas gotas de mel em papel borrão e ver se á absorvido. Se for absorvido, o mel não é puro. Se não tiver papel borrão, derrame um pouco em um pano branco, e lave o pano. Se houver mancha de mel, provavelmente ele não é puro.

Misturar partes iguais de mel e uma bebida destilada forte (como aguardente de boa qualidade) e mexer bem. O mel puro assenta no fundo do recipiente; já o impuro é dissolvido e deixa a mistura leitosa.

Mel puro é aquele que cristaliza?
Em geral sim, mas não é a regra. Dependendo da florada ou da temperatura a que o produto foi exposto, e o que o mel começa a solidificar em torno da temperatura de 14ºC.

De qualquer modo, a cristalização do mel ajuda na garantia da pureza do mesmo, podendo ser utilizado desse modo sem perda de nenhum de seus benefícios, mas a dica é que o mel puro cristaliza de forma homogênea, de baixo para cima e não por inteiro no recipiente.

Créditos: livro “Mel – Uma vida doce e saudável”  (Dr. Marcio Bontempo – médico homeopata, especialista em saúde pública).

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Flatulência e os alimentos

Essa condição é bastante comum com muitas pessoas. Há diversos tipos de fibras nos alimentos, mas as três que mais chamam atenção quando o assunto é gases são a rafinose, estaquinose e a verbascose. 

O trato digestório humano não tem enzima (alfa-galactosidase) para digerir esse tipo de fibra, que pode chegar intacta ao intestino grosso servindo de substrato para a fermentação bacteriana.

O fato interessante é que o próprio feijão contém essa enzima, que pode reduzir o teor dessas fibras do feijão, desde que ofereçamos condições para ativá-la. Deixando-o de molho em água por cerca de 10 horas. A água que o feijão ficou de molho contém teor de rafinose cerca de (25%) e estaquiose e verbascose (40%). Por isso, a água deve ser descartada. Essa redução já costuma ser suficiente para reduzir os gases.

O feijão tem outros elementos que chamamos de fatores antinutricionais, como os fitatos e taninos, que podem influenciar na formação de gases. Os fitatos são reduzidos quando deixamos o feijão de molho por cerca de 12 horas. 

Se uma proteína ou carboidrato não é bem digerido, ele chega ao intestino grosso e será fortemente fermentado pelas bactérias, gerando muitos gases.
O tanino é um tipo de polifenol, substância que algumas plantas produzem para ficarem com sabor desagradável para alguns insetos e parasitas. No nosso organismo, pode ter efeito na prevenção do câncer, mas nutricionalmente podem dificultar a digestão de proteínas, carboidratos e minerais. Não é problema  ingerir um pouco de fitato e tanino, pois eles têm efeito de proteção contra o câncer. 

Só não é recomendado ingerir quantidades elevadas devido à redução de absorção dos outros nutrientes. Se o feijão ficar de molho, além de ativar uma enzima que elimina a formação de gases, será possível remover substâncias antinutricionais.

As regras são as seguintes:
Deixe o grão de molho em água, em temperatura ambiente, por 8 a 12 horas. Se estiver quente, mata o grão e o processo de início de germinação não ocorre, mantendo os mesmos níveis de fitato e demais elementos. Se a água estiver gelada, o processo fica mais lento.

Despreze a água em que o feijão ficou de molho porque as substâncias causadoras da flatulência estarão ali.

Cozinhe o feijão apenas com água e um pouco de sal. Se gostar, adicione folhas de louro ou cominho. Não use óleo no feijão! O óleo não é recomendado nem para fritar alho ou cebola antes.

Após o cozimento ter amolecido o feijão (cerca de 30 minutos em panela de pressão), desligue a panela e espere a pressão baixar para poder adicionar os demais temperos.

Dê sabor ao feijão usando talo de salsão (dá um sabor bem diferenciado ao feijão), cenoura, abobrinha, legumes que gostar e temperos (inclusive alho ou cebola).
Feche a panela e cozinhe por mais 10 minutos. Está pronto!

Deixar o feijão de molho antes de cozinhá-lo e não usar óleo durante o cozimento ajuda muito na redução de gases. Além disso, evite adicionar óleos na própria refeição que estará utilizando o feijão em maior quantidade. 

O óleo é o nutriente que mais lentifica o processo digestivo. 
Assim, juntar um elemento altamente gorduroso com outro altamente proteico afeta o esvaziamento gástrico e piora o processo digestivo.

Créditos: Dr. Eric Slywitch – médico especialista em nutrologia, nutrição enteral e parenteral. Especialista em nutrição vegetariana.
Revista dos vegetarianos – novembro de 2012
Imagem freepik

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Os segredos do curry

Muito utilizado na culinária asiática, ele vem se tornando cada vez mais popular e por onde passa encanta paladares...

9 formas de utilizar o curry para deixar seus pratos mais saborosos:


Substituto do sal: tempere carnes, mariscos, legumes e arroz com ele e elimine o sal do preparo.


Bom até com frutas: corte as peras ao meio. Com a polpa, faça um recheio de gorgonzola, nozes e curry.


Aperitivo diferente: leve ao forno damascos secos, avelãs, amendoim, uvas-passas embebidas em cerveja, castanhas-do-brasil e de caju. Coloque curry e sirva!


Casamento perfeito: o curry é um excelente ingrediente para acrescentar no seu chocolate quente.


Purê com peixe: cozinhe maçãs e bata a polpa com curry para criar um purê delicioso e acompanhar pratos de peixe e carne branca.


Mistura com maionese: patês de sardinha podem receber uma pitada do tempero para diminuir o gosto forte do peixe. Também fica ótimo misturado à maionese.


Para comer com vinho: pratos à base de peixe e carne branca com curry combinam bem com vinhos aromáticos.


Toque vegetariano: o condimento em pó combina com queijos e ovos e fica ótimo com tofu. Dá um toque especial às comidas vegetarianas.


Batatas ao forno: inclua o curry para temperar batatas e, em seguida, as leve para assar. Elas ficam com uma coloração linda e um sabor bem mais apurado.


Você sabia que o curry não é uma especiaria?

Contrariando a crença popular, o curry é uma mistura de vários tipos delas tostadas com ervas aromáticas que, em seguida são reduzidas a pó. Dependendo da dose de cada um desses componentes, o curry assume um sabor mais ou menos picante.


Segredo da longevidade: a curcumina, pigmento que dá a cor ocre ao curry, protege os neurônios de doenças degenerativas e é o segredo da longa vida na Índia. No país, as doenças de Alzheimer e Parkison afetam sete vezes menos a população que nos EUA. Além disso, o consumo do curry é benéfico para quem sofre com inflamação crônica do intestino ou fígado.


Mix de ingredientes: o curry é composto basicamente por gengibre, pimenta dedo-de-moça, pimenta vermelha, canela em rama, cominho, pimenta-do-reino, cardamomo, cravo, erva-doce, cúrcuma e coentro em grãos, mas cada país tem uma dosagem  específica  de cada um desses  ingredientes. No Brasil, o que determina o sabor mais acentuado é a pimenta-do-reino.


Por Camila Bichuetti

Créditos: Revista  “DietaJá”  novembro 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Intolerâncias alimentares

Se você adora comer, come de tudo e vive se praguejando que isso só engorda pense que pior do que engordar é não poder comer o que gosta. 

Existem muitas pessoas que não podem abusar por problemas de saúde, mas também existem aquelas que precisam excluir determinados nutrientes de sua alimentação por terem intolerâncias alimentares.


Fenilcetonúria (PKU)
Você sabe para que serve o teste do pezinho? Ou por que nos rótulos de refrigerantes dietéticos está escrito: "Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina"? Afinal o que é fenilcetonúria? 

E fenilalanina? Por que é importante sabermos que essa bebida contém essa tal fenilalanina?
A fenilcetonúria é uma doença hereditária caracterizada pela ausência de uma enzima que participa da eliminação da fenilalanina, um aminoácido essencial, ou seja, que é obtido pela alimentação. Este aminoácido está presente nas proteínas, portanto, no leite, nos ovos, nas carnes (todas), leguminosas (feijão, soja, lentilha), queijos. 

Quando essa eliminação não ocorre, o excesso se torna tóxico, atacando o cérebro. Por isso, se a doença não é identificada e tratada, pode causar sérios problemas mentais.
O diagnóstico é feito ao nascer, através do conhecido "teste do pezinho". Quando positivo, o tratamento inicia-se imediatamente, dessa forma a criança pode desenvolver-se normalmente, sem que haja sequelas no sistema nervoso.
O tratamento consiste em uma alimentação restrita de fenilalanina, desde os primeiros meses e deve se estender até a adolescência. Pesquisas recentes têm demonstrado que a restrição alimentar deve continuar, inclusive na idade adulta e, principalmente, na gravidez.
Como todas as proteínas contêm fenilalanina, o tratamento exige uma restrição alimentar severa, sem alimentos proteicos como carne, leites e derivados e ovos. Para suplementar essa ausência, é introduzida no cardápio uma mistura de aminoácidos com pouca, ou nenhuma, fenilalanina. 

No mercado existem produtos especializados que contêm baixo teor de proteínas que podem ser utilizados para tornar mais "normal" a alimentação.
É necessário um acompanhamento médico e nutricional, bem como a realização de exames periódicos.
Doença Celíaca
Se toda vez que você ingere algum tipo de cereal, massas ou outros alimentos feitos de trigo, aveia, malte, centeio e cevada fica com a barriga inchada, tem diarréia, falta de apetite, vômito, dor abdominal, entre outros sintomas é melhor você marcar uma consulta médica, pois você pode ter desenvolvido a intolerância ao glúten.
A doença celíaca é caracterizada pela intolerância permanente ao glúten, que nada mais é do que a proteína presente no trigo, malte, cevada, aveia e centeio. Geralmente se manifesta na infância, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em adultos.
Quem possui essa doença não pode ingerir uma série de alimentos como pães, bolos, macarrão, quibes, pizza, bebidas alcoólicas (a base de malte ou cevada) e produtos industrializados que contenham glúten. O diagnóstico é feito através de uma biópsia na mucosa intestinal. Só depois de receber o resultado dessa biópsia é que se deve iniciar a alimentação sem glúten.
Como essa alimentação restrita deve prosseguir por toda a vida, algumas modificações serão necessárias nos hábitos alimentares. Como, por exemplo, a substituição de farinha de trigo por farinha de arroz, amido de milho, farinha de milho, fubá, farinha de mandioca, polvilho e fécula de batata. 

É preciso tomar cuidado com farinhas com textura de grão, pois são as mais difíceis de dissolver, por isso recomenda-se que elas sejam previamente dissolvidas com parte do líquido da receita. Geralmente essas farinhas necessitam de um tempo maior de preparo e uma quantidade maior de fermento.
Intolerância à lactose
Mais comum do que se imagina, muitas pessoas deixam de produzir, permanentemente, a enzima lactase, responsável pela digestão da lactose, um açúcar encontrado no leite. Elas fazem parte de um grupo que têm a chamada Intolerância à lactose. 

Mas não pense você que, só porque se sentiu mal tomando um copo de leite, não pode mais ingerir lactose. Os sintomas são bem mais sérios como diarreia, dor e inchaço abdominal e flatulência.
O diagnóstico é feito pela observação desses sintomas, seguido de exames clínicos e, em caso positivo, de uma biópsia. A maioria dos adultos que apresenta esse problema pode consumir pequenas quantidades de lactose sem sintomas. Mantendo uma alimentação com lactose reduzida, a digestão dos demais nutrientes é normal.
A alimentação pode incluir alguns queijos envelhecidos, pois contém pouca lactose, e certos iogurtes, dependendo da marca e do processamento, pois possuem enzimas que ajudam na digestão da lactase.
É importante que a pessoa que tem intolerância à lactose sempre leia os rótulos e procure informações sobre as preparações antes de consumi-las.
Roberta dos Santos Silva é nutricionista do site Cyber Diet e especialista em Atendimento Nutricional.
Créditos: cyberdiet.terra.com.br/intolerancias-alimentares-2-1-1-280.html

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Remédios para o cérebro - Sete Princípios de André Vermeulen


Estimule-se fisicamente. Mova-se. Dance, faça exercício aeróbico, nade, jogue tênis, futebol. 

Faça exercícios de lateralidade, por exemplo, com a mão esquerda toque sua orelha direita e com a mão direita toque seu nariz. Agora vice-versa e repita várias vezes até dominá-los.

Tome oito copos de água. De acordo com os especialistas, isso não é opcional, é obrigatório se quisermos que nosso cérebro funcione de uma maneira ótima. E se estamos estressados, devemos aumentar para 16 copos de água ao dia. 90 por cento do volume de nosso cérebro está composto por água e é o principal veículo das transmissões eletroquímicas.

Oxigenize-se. Faça exercício, caminhe diariamente. Antes de uma reunião importante ou de um trabalho que necessite de concentração respire fundo. Respire em 4 tempos, segure o ar em 16 e exale em 8. O doutor Otto Warburg, Prêmio Nobel de Fisiologia, fez uma experiência na qual conseguiu converter células  sãs em malígnas, através do simples procedimento de reduzir-lhes o oxigênio.

Fique rodeado de plantas. Sabia que uma só planta pode remover partículas contaminadas do ar em um espaço de 9 metros quadrados? As plantas aumentam a ionização negativa do ar e o carregam de oxigênio, aumentando nossa produtividade em 10%. Algumas plantas como as dálias provaram ser as melhores para isso.

Consuma alimentos para o cérebro. É conveniente para o cérebro que comamos cinco porções de fruta e verduras ao dia, sementes, alho, grãos completos, cogumelos, azeite extra-virgem e proteínas. O peixe literalmente proporciona a formação de novas células nervosas.

Pense positivamente. Os pensamentos negativos geram químicos que bloqueiam a conecção entre os neurotransmissores. Como dizia Henry Ford: Se pensas que podes o que não podes, sempre estarás com a razão.

Escute música barroca. A música é a porta para terrenos interiores - chega a lugares fora de nosso alcance. Ajuda a criatividade, a expressão pessoal. Facilita o aprendizado. Um fazendeiro comprovou que ao colocar música barroca para suas vacas, houve um aumento na produção de leite e de glóbulos brancos.

Libere seu cérebro. Se não o usarmos, o perderemos. Jogue xadrez, resolva palavras-cruzadas, aprenda a tocar um instrumento, faça matemática, viaje a lugares novos, vá a exposições de arte, leia, estude algo. Escreva e desenhe com as duas mãos. 

Abra sua mente a novas experiências e formas de pensar. Tudo isso faz com que o cérebro funcione melhor.

Podemos concluir que neste chamado Milênio da Mente, a única maneira de ser competitivo e manter um equilíbrio em nossas vidas, é alimentar o espírito, é não trabalhar demais, e sim trabalhar melhor!

Recebido por e-mail

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Spirulina – a origem da vida

Na biologia, a spirulina é classificada como uma cianobactéria, também conhecida como alga-azul. 

Acredita-se que esse tipo de bactéria tenha sido responsável pelo surgimento do oxigênio na atmosfera terrestre, permitindo a vida no planeta. 

Existem diversas espécies de spirulina na natureza, mas somente a máxima e a platensis são interessantes do ponto de vista nutricional. Sua forma natural lembra uma microninhoca, de cor verde-escura.

Considerada um superalimento por ser fonte vegetal de muita proteína, com oito aminoácidos essenciais, bastante ferro, cálcio e vitamina A. Pronta para consumo (em pó, tabletes, ou cápsulas), o olfato diz que ela é uma alga devido ao aroma característico. 

Organismo natural de lagos com água alcalina e rica em carbonato de sódio, ela é bem mais velha do que o homo sapiens – calcula-se que tenha 3,5 milhões de anos! Para se multiplicar, ela só precisa de água alcalina e altas temperaturas. Em um dia ela reproduz 25% do seu peso inicial. Por isso, é fácil encontrar enormes “fazendas” de spirulina em países de clima quente, como a Etiópia e Tailândia.

Segundo alguns estudos, a spirulina esteve incluída na dieta alimentar de várias civilizações no mundo inteiro, inclusive a civilização Asteca. Na atualidade, está difundida entre um número cada vez maior de pessoas, entre as quais encontram-se participantes de organizações que promovem a busca por uma alimentação mais saudável.

Uma boa maneira de se consumir a Spirulina, que costuma ter fácil assimilação pelo sistema digestivo, é junto com bebidas ricas em vitaminas C, como suco de frutas com ou sem vegetais. Isto amplia a absorção de ferro. Além de auxiliar na perda de peso, ela ajuda a purificar o fígado, a diminuir o colesterol ruim e a fortalecer o sistema imunológico.

Em 100g de spirulina seca, você encontra:
Kcal: 290.
Cálcio: 120g. Em 100g de leite de vaca integral, são encontrados 119g.
Proteína: 57,47g. A mesma quantidade de contrafilé grelhado (100g) contém 36g.
Vitamina B12: de fato a Spirulina contém B12, porém do tipo análoga, ou seja, uma forma inificiente da vitamina. Por isso, a Spirulina não deve ser considerada uma fonte de vitamina B12.

Receita nutritiva
Patê de Spirulina
Ingredientes:
1 colher (sopa) de spirulina em pó
1 colher (sopa) de cebola roxa cortada fininha
1 cabeça de alho
2 colheres (sopa) de picles de pepino
2 colheres (sopa) de alpacarras
5 colheres (sopa) de azeite de oliva
Preparo: bata os ingredientes em um mixer ou liquidificador até obter um creme homogêneo. Sirva o patê com torradas, salada verde e tomate.
Rende: 4 porções
Sugestão de receita: Fazenda Saint Augustin

Por Samira Menezes
Créditos: “Revista dos Vegetarianos” outubro 2012
Imagem: Reprodução

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Geléia real e azeite de oliva – pele ressecada e envelhecida

Primeiro passo (limpeza) - Misturar 1 colher  de farinha de aveia bem fina com azeite de oliva extra virgem ( em quantidade suficiente para formar uma pasta) e 2 colheres de sopa de água de rosas, acrescentando também 1 colher de sobremesa de mel puro. Usar como esfoliante e para embelezar a pele. Repetir semanalmente.

Segundo passo (hidratar com loção) - Misturar 1 colher de café de geleia real bruta (congelada) liquefeita com  1 colher de sobremesa de azeite de oliva extra virgem. Aplicar no rosto, pescoço e busto, para os casos de pele ressecada e envelhecida. 

Deixar a pele absorver. Tem efeito formidável, deixando a pele elástica e luminosa. Seu efeito tonificante e iluminador da pele é notado desde as primeiras aplicações. 

A geleia real age como tônico energético, produzindo também um efeito hidratante interno na pele. Com o azeite de oliva, que também age como hidratante e vitalizante, tem-se um notável recurso contra os sinais de envelhecimento, uma vez que ambos favorecem a restituição celular e combatem a degeneração dos tecidos cutâneos. 

Esse preparado facilita o restabelecimento da camada ácida, protetora natural da epiderme. Tanto a geleia real quanto o azeite de oliva são ideais para as peles sem elasticidade e com ausência da camada ácida, situação que retira o brilho natural da epiderme. O procedimento deve ser repetido semanalmente.

Créditos: Dr. Marcio Bontempo – Médico homeopata, presidente da Federação Brasileira de Medicina Tradicional

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

10 piores alimentos para o ser humano

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook, listou os dez piores alimentos de todos os tempos.

10º lugar: Sorvete
Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e de saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.
9º lugar: Salgadinho de milho
Desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor ganho de peso e irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.
8º lugar: Pizza
Nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas com farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.
7º lugar: Batatas fritas
Contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, mas também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas.
6º lugar: Salgadinhos de batata
Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.
5º lugar: Bacon
O consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.
4º lugar: Cachorro-quente Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, também nos EUA, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.
3º lugar: Donuts (rosquinhas fritas)
Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans – o pior tipo de gordura que você pode ingerir. Essas substâncias estão relacionadas a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada.


2º lugar: Refrigerante

De acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola (www.mercola.com), uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. 

Para completar, os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.
1º lugar: Refrigerante Diet
É o pior alimento de todos os tempos. Além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. 

De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte. 


Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio.
Recebido por e-mail
Créditos: Michelle Schofrro Cook – da Organização Internacional de Consultores de Nutrição, da Sociedade Internacional de Medicina Ortomolecular e da Sociedade Canadense de Medicina.
É doutora em Medicina Tradicional Natural e Best-Seller internacional, com 12 obras publicadas.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Saladas criativas e supersaborosas

Salada Jardim
Ingredientes:
1 maço de alface em tiras
3 tomates em tiras
2 pepinos fatiados
1 cebola roxa fatiada
1 xícara (chá) de broto de alfafa
Molho
½ xícara de azeite
¼ xícara (chá) de vinagre tinto
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 dente de alho amassado
1 colher (sopa) de shoyu
Modo de preparo: em uma travessa, disponha folhas de alface, espalhe os tomates, os pepinos, a cebola e o broto de alfafa. Misture os ingredientes do molho e regue toda a salada antes de servir.
95% do pepino é composto por água, um ótimo motivo para estar nas dietas de quem quer perder uns quilinhos. Além disso, é fonte de enxofre, substância que auxilia no preparo dos tecidos do corpo.
Rende 6 porções / 118lcal por porção

Salada de sementes
Ingredientes:
1 xícara (chá) de sementes de abóbora torradas
½ xícara (chá) de sementes de melão torradas
¾ de xícara (chá) de tomate em cubos
2 xícaras (chá) de repolho em fatias
1 xícara (chá) de cenoura ralada
2 colheres (sopa) de cebola ralada
2 colheres (sopa) de salsa picada
2 colheres (sopa) de azeite
Suco puro de ½ limão
Sal a gosto
1 colher (sopa) de linhaça
Modo de preparo: misture delicadamente as sementes de abóbora e de melão com o tomate, o repolho, a cenoura, a cebola e a salsa. Tempere com o azeite, o limão e o sal. Momentos antes de servir, triture a linhaça e polvilhe sobre a salda.
Dica: para torrar as sementes, coloque-as em uma frigideira antiaderente. Leve ao fogo baixo para secá-las sem queimar, por cerca de 30 minutos. Deixe-as esfriar e guarde-as em frascos de vidro herméticos. As sementes ficarão crocantes, com aroma e sabor muito mais acentuados.
Rende 4 porções / 275kcal por porção

Salada de flores e nozes
Ingredientes
1 maço de alface
½ maço de rúcula
½ maço de agrião
1 xícara (chá) de flores comestíveis de sua preferência
1/3 xícara (chá) de nozes picadas
Molho:
2 colheres (sopa) de polpa de maracujá
1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco
Sal e pimenta-do-reino a gosto
4 colheres (sopa) de azeite
Modo de preparo: para o molho, coloque a polpa de maracujá e o vinagre em uma vasilha e bata com um garfo até soltar as sementes. Acrescente sal e pimenta, despeje o azeite em fio e bata até ficar homogêneo. Disponha as folhas em uma saladeira e sobre as folhas espalhe as flores e as nozes. Regue com o molho ou sirva à parte em uma molheira.
Delicia nutritiva (nozes): protege o coração, melhora a cicatrização, evita o cansaço, protege os ossos e combate o câncer. São ricas em gorduras poli-insaturadas, ácido fólico, zinco, potássio, vitamina C, magnésio e substâncias antioxidantes.

Créditos: revista “O poder das Saladas” - 2012

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