quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Fibras para emagrecer

As fibras que viram uma espécie de gel, quando em contato com um liquido, ocupam mais lugar no estômago e no intestino. 

Isso proporciona uma sensação de plenitude e, segundo um estudo americano publicado no conceituado Nutrition Journal, pode ser a vantagem de você acrescentar na dieta o farelo de aveia. 

Mas esse cereal não é a única opção. “As farinhas de quinua, amaranto, linhaça dourada, batata yacon e de maracujá, a laranja com a parte branca e as frutas ricas em pectina, como ameixa seca, maçã, pera e goiaba, também têm fibras solúveis que ganham a consistência de gel amenizando a fome, explica o nutricionista Luciano Bruno, da Clinica Nutrição Eficiente e, Piracicaba (SP). 

Mais ainda: “Essas fibras podem absorver alguns tipos de gordura e sódio, fazendo com que sejam eliminados do organismo”, completa Luciano, que recomenda as seguintes porções diárias:

Duas colheres de sopa de farelo de aveia, farinha de yacon ou de maracujá (acrescente no suco de frutas cítricas “associados a sucos ácidos a ação dessas fibras é ainda maior”, na sopa, no molho de tomate e no feijão, sempre no final do preparo).


Duas ou três porções de frutas (citadas acima), entre as refeições. 

Imagem: Teksomolika / Freepik
Créditos: Revista Boa Forma

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O perigo do ressentimento

Se você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, namorada, professor, do seu marido, seus pais, filhos, dos vizinhos, do seu chefe, colegas, críticos. Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu. Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento e nunca mais. 

Guardar sentimentos desagradáveis é a raiz de todos os preconceitos, e neuroses. Na infância gravamos em nosso subconsciente experiências desagradáveis e o pior, muitas vezes elas assim se tornaram ruins devido a má interpretação da realidade, a nossa falta de compreensão da vida e do que realmente as pessoas que se relacionavam conosco queriam nos passar. 

Se você está, ainda hoje, sentindo decepção, tristeza ou  mágoa, então você está ressentido, ou ressentida. Veja com atenção o significado da palavra ressentimento: RE-SENTIMENTO. Sentir novamente. Não esquecendo o mal, estamos apenas agora nós mesmos o praticando e nos prejudicando. 

Qual a razão de se usar a mente para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções? Não me refiro a nenhum princípio religioso, espiritual ou moral, somente uma razão prática: sentir coisas ruins novamente, não tem absolutamente nenhuma função, exceto se prender ao passado e tornar uma eterna vítima de alguém que nem mesmo está tentando mais nos prejudicar. 

Ao guardar qualquer ressentimento na verdade o que ocorre é que se está acorrentando a alguém que nos fez mal, mesmo que neste momento essa pessoa não queira mais isso: re-sentindo a dor que só existe em nossa memória. Não é nem vingança, pois a outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por nosso ressentimento. 

Mas nós seremos, pois estaremos gerando “KI” (energia) negativo em nosso interior. Ao nos ressentirmos estaremos desperdiçando momentos únicos de nossas vinte e quatro horas para pegar o punhal que alguém usou contra nós há semanas, meses, anos ou décadas atrás, mas que hoje não existe mais.

Não caia na armadilha do ressentimento. Temos que aprender a viver o momento presente. Há momentos de tristezas, decepções, erros, partidas, traições ou simplesmente azar. Choremos, reclamemos, briguemos e vivamos o momento que tivermos que viver. Mas, quando o momento passar, vamos para o momento seguinte, sem ficar com os grilhões do passado, prendendo sua existência até a nossa morte.

Esqueçamos as coisas ruins do passado. Ele não existe mais. Nunca mais. William Shakespeare sabiamente disse: “Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”.

Isso inclui os ressentimentos contra aquela pessoa que encontramos no espelho, ou seja, nós mesmos. O que tivermos feito de errado, ontem ou há 30 anos... Por esta razão é tão importante esvaziar a mente, para que sem preconceitos fixados no passado, possamos realmente enxergar o presente e desfrutá-lo em toda sua plenitude. 

A palavra perdão tem por raízes o significado de “esquecimento”. Perdoar, não é apenas uma atitude de benevolência para quem nos prejudicou, mas principalmente em relação a nós mesmos, deixar a mente fresca para sentir e perceber ao máximo o momento presente, é algo vital.

Créditos: Prof. Wagner Bull

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Aprenda a fazer cera que remove cravos da pele

Cravos são pontinhos pretos que aparecem geralmente na região do nariz em pessoas que têm a pele oleosa. Eles ocorrem quando os poros são obstruídos por impurezas que se
acumulam no rosto, fazendo com que a gordura se solidifique e ganhe o aspecto escuro.

Apesar de não apresentarem riscos à saúde, os cravos incomodam visualmente. Tentar removê-los com os dedos e unhas, espremendo-os, pode ser perigoso, já que você pode acabar ferindo a pele e causando um machucado. 

Além disso, você corre o risco de não conseguir eliminar o cravo por inteiro, podendo originar a formação de espinhas e manchas.
Confira uma receita caseira de cera removedora de cravos pretos que deixa o nariz lisinho sem agredir a pele.

Materiais:
1 medida de gelatina em pó sem sabor;
1 medida de leite;
1 pincel para aplicar a cera.

Modo de fazer:
Coloque a medida da gelatina em pó em um recipiente. Uma colher (sopa) pode ser suficiente. Coloque a mesma medida de leite e misture bem. No começo, a mistura ficará empedrada, continue mexendo até obter uma consistência pastosa. 

Use um pincel para aplicar a cera, espalhando-a na área afetada, e deixe agir de 10 a 15 minutos. Ela só poderá ser retirada quando estiver seca e endurecida. Remova a cera com cuidado. Sua pele ficará lisa e livre dos pontinhos pretos.

Créditos: Cocari – Cooperativa  Agropecuária e Industrial / Bolsa de Mulher

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

A própolis brasileira contra o mosquito aedes aegypti

Por Kenia Tinôco – Jornalista - Assessora de Comunicação da CONAP e idealizadora da Campanha Própolis Todo Dia.

A própolis pode prevenir uma gripe e até minimizar os efeitos devastadores da quimioterapia. Há quem diga que a própolis brasileira pode ser usada no tratamento da AIDS. Ultimamente o debate gira em torno da teoria de que é um repelente eficaz contra o mosquito Aedes Aegypti, que está assombrando esse início de século com a febre Chikungunya, o Zica-vírus e a nossa velha conhecida Dengue. Mas, o que é verdade?

Posta à prova
Em meados de 2015, quando eram decorridos 18 meses de minha prestação de serviços como Assessora de Comunicação da Cooperativa Nacional de Apicultura (CONAP), foi proposta a campanha “Própolis Todo Dia”. A campanha foi amplamente apoiada pela diretoria e consistia em eleger cerca de 60 pessoas da comunidade (bairro Jardim Canadá, Nova Lima - MG) com idade acima de 50 anos e, após um cadastro essencial, fornecer extrato de própolis gratuitamente (extrato de própolis conservado em álcool de cereais ou água deionizada, não em iodo), durante três meses. 

Os frascos deveriam ser entregues semanalmente, com quantidade para a ingestão de 10 gotas diárias, durante sete dias. Após esse prazo, o voluntário deveria retornar a uma das unidades de distribuição (CRAS – Centro de Referência de Assistência Social, CAC – Centro de Atividades Culturais, CPP – Centro Psicopedagógico e/ou CONAP), apresentar o frasco vazio, preencher um relatório e pegar outro frasco do extrato. 

A intenção da campanha era verificar o que já entendíamos por meio de artigos realizados pelos japoneses, acerca do estudo da própolis brasileira. O presidente da CONAP, Cristiano Carvalho, vai ao Japão pelo menos duas vezes por ano e volta cheio de novas descobertas, como por exemplo, o emagrecimento proveniente do consumo da própolis em jejum, ou os novos tratamentos com própolis no combate à AIDS. Segundo ele, “a própolis atua como adjuvante na perda de peso porque combate a formação de radicais livres associados à obesidade e também a doenças como hipertensão e diabetes tipo 2”. 

Cristiano ainda ressalta que “os japoneses se preocupam bastante com sua saúde. Ao contrário do Brasil, se esforçam na prevenção e não no tratamento de enfermidades. Sendo assim, utilizam o extrato de própolis verde como um potente antioxidante, antiinflamatório, antibiótico natural e até na prevenção e tratamento de câncer”.

Os resultados
A campanha Própolis Todo Dia não pôde ser desenvolvida como pesquisa científica porque houve muita dificuldade diante dos órgãos realizadores, então decidimos fazer ‘no braço’ mesmo. Sendo assim, ela não tem valor oficial, mas seu valor moral continuou nos motivando a estimular seu consumo, e com propriedade. Os resultados não foram surpreendentes porque já prevíamos, mas era necessário ver com nossos próprios olhos. 

E nós vimos. Vimos senhores e senhoras agradecidos por estarem mais dispostos, por terem curadas suas feridas crônicas, por terem melhoras nos níveis de pressão arterial, por sentirem maior conforto intestinal, entre muitos outros benefícios peculiares acusados por eles. Com a ajuda da Emater-MG nossa campanha foi divulgada pela Rádio CBN, pelos canais de televisão Rede Minas, Terra Viva, TV Horizonte e Agro Brasil e o programa Minas Rural foi ao ar sete vezes para dar visibilidade à Campanha Própolis Todo Dia. 

Eles entrevistaram vários dos nossos voluntários, que por sua vez se mostraram muito dispostos a falar da campanha e os efeitos da própolis em suas vidas.

Entrevista
Percebemos que não há, portanto, um movimento generalizado em prol do consumo da própolis, a despeito de todos os benefícios para a saúde humana que o seu uso já sinalizou através dos séculos. Para tentar entender um pouco mais conversamos com o biólogo e apiterapeuta Sr. Gilvan Barbosa Gama, que pesquisa a própolis há quase 40 anos. O biólogo é taxativo ao dizer que a própolis é o “antibiótico do terceiro milênio”: “Ela tanto é profilática, quanto curativa. 

A própolis é energizante, não estimulante; a própolis quebra a cadeia de gordura, por isso emagrece; ela é hipotensiva e vasodilatadora; é antialérgica, é regeneradora celular, combate, atua nos radicais livres – portanto, é anticancerígena. “Vou lhe contar uma experiência pessoal. Eu sempre tive uma saúde muito boa, me alimento bem, não uso drogas, não fumo, não bebo, mas há algum tempo tive uma tosse violenta e insistente, ainda que estivesse consumindo própolis, geleia real e pólen todos os dias. 

Então minha mulher insistiu para que eu fosse ver um pneumologista. “Depois dos exames ele diagnosticou uma tuberculose em último grau, e então me perguntou como eu havia conseguido ficar de pé até então. Expliquei que tomava própolis todos os dias e que foi o que me salvou, pois eu não perdi o apetite nem a disposição, e também não tive falta de ar, a despeito do estágio da doença. 

Após um tratamento de três meses, e sem deixar de tomar a própolis, eu já não tinha mais sinais da doença. “É claro que eu não menosprezo a medicina alopática, também precisamos dela. O que insisto em repetir é que o tratamento mais eficaz do mundo é a prevenção. Se os órgãos públicos investissem três reais em prevenção, economizariam dez reais em tratamento. Acontece que os grandes laboratórios não têm interesse na medicina preventiva. Remédio é remédio até certo ponto, pois dependendo da dose vira veneno. 

Como a alopatia poderia ser preventiva? “Os produtos naturais são a ingerência dos grandes laboratórios. Quero provas de que não funciona, pois eu provo que funciona com evidências, quero que provem o contrário do que minhas inúmeras evidências demonstram. Por que não funciona, se funciona? Talvez o alopata não conheça, não entenda, mas se deixassem o ranço e a vaidade acadêmica de lado seria diferente. “Em 1992 eu estava no Garimpo do Cuiú, no Pará, e acorreu um surto de malária entre os garimpeiros. 

Ministrei 30ml de própolis, divididos em quatro doses de 7,5ml nos homens infectados. Depois da terceira dose eles se levantavam curados e iam beber cachaça. “Outra evidência que posso comprovar é o que aconteceu com um pesquisador alemão, que estava no Quênia e voltou para a Alemanha com um tipo gravíssimo de malária, a chamada ‘malária caladinha’. A pessoa fica sem noção, desorientada mesmo. 

Uma colega me pediu ajuda e eu indiquei a própolis. Ele ficou curado e veio ao Brasil para me agradecer. São inúmeras as evidências. “A América do Sul está com esse surto do Aedes Aegypti. O mosquito gosta de lugares quentes e úmidos e só não suporta frio e vento. Gosta de suor, gosta de chulé. Enquanto não se fizer 50% do saneamento básico o povo vai se bater contra o mosquito. 

Lixão e esgoto a céu aberto vai ser um eterno criadouro e não vai adiantar limpar os vasinhos em casa, ou furar pneus velhos se isso não for resolvido. “Enquanto isso não acontece, a própolis pode atuar como repelente contra todos os insetos hematófagos (que se alimentam de sangue). A flavona (um flavonoide – princípio ativo da própolis) é expelida na sudorese, e é melhor do que vitamina B para repelir insetos. 

Você só precisa suar. “Observei um trabalho da Unicamp onde se constata que a própolis é atóxica e não existe overdose, além de não ter efeito colateral. O ideal são 40 gotas por dia, acima disso particularmente eu acho perigoso porque há pessoas mais sensíveis. Para crianças eu aconselho dar ¼ do peso em gotas”. 

Também de acordo com o biólogo, há própolis de vários tipos no Brasil. “Tudo depende seiva, mas as duas melhores própolis são a verde (Mata Atlântica, a partir do Alecrim do Campo) e a vermelha (nordeste), que é fabricada pelas abelhas a partir do rabo de bugio, uma planta encontrada no agreste nordestino”. Gilvan afirma que qualquer tipo de própolis é ‘fantástica’ e o que importa é a concentração, que precisa ser de 30 a 35%. “O brasileiro não está muito habituado ao seu sabor muito forte, e costumo aconselhar a misturar com limonada, suco de laranja ou acerola, pois além de melhorar o sabor a própolis potencializa a vitamina C. 

Para ser misturado ao café, leite, etc., eu indico a própolis à base de água porque a própolis alcoólica potencializa e cafeína e costuma talhar o leite. Inclusive, para pessoas em tratamento contra o alcoolismo, essa é a mais indicada”. Diante de toda a informação colhida, fato inegável é que a própolis é um produto natural e sem contraindicações, exceto para pessoas com algum tipo de alergia ao produto, o que é raro. 

A despeito de tantas evidências, confirmadas, inclusive pela campanha “Própolis Todo Dia”, não há, pelo menos no Brasil, um estudo oficial acerca de um produto natural em abundância nos campos nativos, que parece combater diversas enfermidades enfrentadas, sobretudo, pela população carente, mas que em descontrole tem atingido pessoas de diferentes classes sociais. Alguns países já tiveram suas economias salvas pela guerra e talvez desconheçamos seus vencedores. Estamos em guerra. Quem vai vencer? 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Chá de quebra pedra

Enfermidades na bexiga, cistites e até mesmo cálculos renais, estão com seus dias contados. A erva Phyllantus, popularmente conhecida como quebra pedra, previne, ameniza e trata esses males, que causam tanto desconforto. 

Tem propriedades terapêuticas que aumentam a solubilidade de sais alcalinos, deixando a urina menos concentrada. Remove excessos de ácido úrico, melhorando o fluxo do canal urinário. 

Aumenta os níveis de magnésio (substância que quebra as pedras nos rins) e vitamina B6 (reduz a acidez da urina e expulsa oxalato de cálcio). Age como relaxante muscular suave, o que ajuda as aliviar a dor e inflamação.

Ingredientes
2 colheres (café) da erva quebra pedra
3 xícaras (chá) de água

Modo de preparo: colocar as ervas na água fervente (3 xícaras), desligar o fogo e abafar por 10 minutos. Deixar esfriar. Tomar as 3 xícaras de chá, durante o dia.

Obs: o chá pode potencializar os efeitos da insulina. Em altas doses a planta pode ser abortiva. Não deve ser consumido durante a gravidez e nem por crianças. Pessoas com condições cardíacas frágeis, só devem consumir o chá, sob recomendação e supervisão médica.

Créditos:  Lelington Lobo Franco - As Sensacionais 50 Plantas Medicinais

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A corrida

Uma multidão ao lado de uma enorme torre, esperava a corrida de sapinhos começar.
Os sapinhos teriam que alcançar o topo de uma torre. Todos estavam ali para assistir aquele espetáculo, mas ninguém acreditava que os sapinhos pudessem conseguir. 

E ficavam gritando:
Vocês não vão conseguir! Vocês não vão conseguir!
Então, a corrida começou e a multidão continuava gritando:
Vocês não vão conseguir! Não vão conseguir!
Ouvindo isso, os sapinhos, cansados, começaram a desistir. E, assim, um por um foi parando. 

Porém, um sapinho magrinho continuou subindo, enquanto todos observavam atentos. Um certo momento, esse sapinho começou a ficar cansado, mas, mesmo assim, resolveu prosseguir. A multidão não conseguia entender como aquele sapinho continuava a subir, se todos já tinham parado. 

E a curiosidade tomou conta de todos. Ficaram olhando para o alto, querendo entender como ele estava conseguindo chegar até o topo da torre. Quando finalmente o sapinho alcançou a marca da chegada e retornou ao local da partida, todos correram para perguntar, como havia conseguido.

Sapinho, como foi que você conseguiu chegar até lá em cima?
Mas, ele não respondeu. Apenas ficou olhando para todos, sem dizer nada.
Neste momento, aproximou-se o irmão mais velho do sapinho, explicando a todos:
Não adianta falar, ele não pode ouvi-los. Meu irmão é surdo!

Acreditar em você mesmo, já lhe faz um vencedor! William Netto Candido

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