terça-feira, 21 de novembro de 2017

Cinco alimentos bons para a boca

Oleaginosas: por suas propriedades nutricionais, castanhas de caju e do Pará, nozes amêndoas e avelãs são coringas da alimentação. Experimente comer esses frutos depois das refeições ou entre elas. O caráter oleaginoso impede que alimentos fiquem retidos nos dentes.

O poder da fibra: alimentos fibrosos ajudam a diminuir a halitose, porque precisam ser bem mastigados. A mastigação estimula o fluxo salivar, que deixa a boca mais limpa e hidratada, além de ajudar a desfazer, em parte, as placas bacterianas.

Raiz bendita: o gengibre é antioxidante, estimula o processo digestivo e combate o mau hálito. Enquanto ativa o corpo, o mantém mais limpo e forte e atua como se fosse um adstringente natural.

Mais saliva e menos bactéria: chá verde sem açúcar, é rico em polifenol, substância que combate as bactérias associadas ao mau hálito. Por ser liquido, estimula a salivação e deixa a boca mais limpa e saudável.

Tomate: rico em vitamina C, é um bom acompanhamento em qualquer refeição do dia, principalmente porque ajuda a conter a proliferação das bactérias.

Créditos: Jornal estadão expresso

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Acertos e erros

Por Roselis Von Sass

“Sê amável para com os teus próximos. E verdadeiro nas palavras e ações.”
Faz algumas semanas dirigi 30 km, por uma hora, à noite, para ir a um curso que começaria naquela terça. Quando cheguei à recepção do instituto, 15 minutos antes do inicio, a recepcionista disse que o curso só começaria na semana seguinte. Ela desfilou uma lista de justificativas para o fato de não ter me avisado em tempo e, assim que a lista acabou, eu fui embora.

Fui embora com a mania daqueles que escrevem e querem editar texto sempre mais uma vez. Naquela ocasião, eu queria editar o episódio. Na minha ficção, a recepcionista pediria desculpas e me convidaria para conhecer o instituto e para tomar água.
Mas é vida real e nem sempre admite edições. Na vida real, aprendemos desde pequenos que é feio errar, que devemos ganhar e acertar e que o erro é sinônimo de fracasso. 

O erro raramente é apoiado como parte de um processo que poderá levar ao acerto. Assim, pedir desculpas significa assumir uma responsabilidade ou um erro e isso pode ter um preço. Mas será que temos pensado no preço de não assumi-los?

Já escutei adultos falando para crianças que desculpa e obrigada são palavras mágicas. Eu acho que eles têm razão. Basta imaginar o que é dirigir um carro sem amortecedor e depois dirigir outro com. Pedir desculpas funciona como um amortecedor das relações, algo que nos torna mais humanos, fortes por assumirmos nossa vulnerabilidade, mais aconchegantes e acolhedores.

E qual o preço de sermos aconchegantes e acolhedores? Qual o preço de assumirmos que somos pessoas em processo de aprendizagem que podem falhar? Não importa, porque certamente mais alto é o preço de se sentir permanentemente impotente, incapaz e sem coragem de assumir quem se é.

Talvez posicionar-se perante o outro, aceitando os próprios acertos e erros, seja um preço justo a pagar para tornar-se uma pessoa mais potente e para que as crianças finalmente entendam, por exemplos práticos e não apenas no discurso, o quanto as palavras podem ser mágicas.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Dor de cabeça, um mal que está fora da cabeça

Dores de cabeça são uma queixa muito comum, atingindo tanto homens como mulheres.

Podem ter causas muito variadas e sempre devem ter uma investigação médica.

Mas existem dores de cabeça crônicas, algumas com comportamento semelhante às chuvas amazônicas, que são diárias, às vezes com hora para começar e até terminar. Podem atingir toda a cabeça ou permanecer na testa, nas têmporas, com sensação de queimação na nuca. 


São muito comuns mais para o final do dia. Quando chegam geralmente já encontram más companhias: uma irritação, sensação de cansaço, estresse, ansiedade, depressão.

Nesta situação, se você apertar com seus dedos os músculos que ficam entre o final do ombro e o pescoço, vai perceber como esta região fica endurecida. Esta tensão dos músculos dos ombros e do pescoço é responsável pela grande maioria das dores de cabeça crônicas.

A contração destes músculos aperta as artérias fazendo com que a quantidade de sangue diminua no local, reduzindo os nutrientes e o oxigênio; os tecidos musculares entram em sofrimento, o que dá origem à dor.

E por quê os músculos se contraem?

Por problemas na coluna, porque seus instrumentos de trabalho estão mal localizados (forçando seus músculos), porque dorme com o braço sob a cabeça, porque fica muito tempo na mesma posição, porque está com problemas pessoais, com problemas no trabalho, porque não tem nenhum problema (mas mesmo assim não se sente bem) e todas as situações explícitas e implícitas que movimentam o ser humano.

E agora?

O ideal é identificar a causa e eliminar seu efeito, o que às vezes é impossível, por desconhecimento da própria ciência.

Existem medidas que só dependem de nós e que podem ser aplicadas, com a finalidade de diminuir as consequências do problema.

Uma delas é criar uma planilha de controle da dor de cabeça, durante 30 dias, com registro diário, se teve ou não, em qual hora, o dia, semana do mês. Um campo de observação com o que você estava fazendo no momento, se tinha feito uso de algum remédio ou alimento diferente naquele dia, são elementos importantes para a compreensão de sua dor de cabeça. 

Estes dados poderão ser analisados por você e orientar para alguma conclusão. Posteriormente, você pode conversar com seu médico sobre o que você encontrou.
Outra atitude importante é incorporar o conceito de que a melhor posição para trabalhar é a próxima. Isto significa que não se deve ficar muito tempo na mesma posição. 

O corpo humano não foi feito para ficar parado. Levante-se, espreguice, torça seu corpo na cadeira (para a direita e para a esquerda), cruze as mãos atrás da cabeça e force os cotovelos para a frente e para trás, cante uma música que você goste, olhe para longe.

Lembre-se: os músculos se alimentam durante o movimento!
Problemas existem. Mas se você ficar parado, o peso destes problemas vai se depositar nos ombros. Os ombros  vão dividir a situação com o pescoço e então todo o bloco muscular vai entrar em contratura.

Créditos: RH vida / Bambamel 

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Por que as abelhas estão sumindo?

Muitos fatores estão contribuindo para a escassez mundial das abelhas, dentre eles está aplicação indiscriminada de pesticidas. Estes são altamente tóxicos para as mesmas e demais polinizadores. No Brasil seu uso é crescente, e confere ao país o título de campeão mundial de consumo de agrotóxicos.
As mudanças climáticas têm impulsionado a proliferação de pragas, como a Helicoverpa armigera, que ataca culturas importantes, como soja, milho e feijão. Para enfrentar o ataque de pragas, muitos produtores rurais usam agrotóxicos indiscriminadamente e, com essa prática surgem efeitos que exterminam as abelhas. Os principais pesticidas que conferem destaque em ocorrências de desaparecimento das abelhas são o fipronil e três neonicotinoides: imidacloprida, clotianidina e tiametoxa.
Estes são absorvidos pelas plantas e atingem inclusive o pólen e néctar das flores, contaminando as abelhas quando as polinizam. Eles atuam causando problemas na memória de navegação, fazendo com que as abelhas campeiras se desorientem e percam sua capacidade de retornar às colmeias, morrendo longe das mesmas.
A pulverização aérea destes e outros agrotóxicos é responsável pela contaminação direta de apiários e enxames silvestres. Erros de aplicação ou ação inesperada do vento podem provocar o efeito de deriva, levando o produto para áreas não desejadas, como matas e florestas.
O distúrbio do colapso das colônias (em inglês, Colony Collapse Disorder, CCD), se refere à dizimação em massa de populações de abelhas, atualmente ocorrendo em diversos países. O CCD é provavelmente o efeito de uma reação em cadeia, causado por diversos fatores: desmatamento, queimadas, doenças, ácaros, mudanças climáticas, déficit nutricional e principalmente aplicação de agrotóxicos e cultivos transgênicos.
Em 2012, devido a ocorrência de vários casos de CCD no Brasil, O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), proibiu temporariamente a aplicação dos 4 inseticidas citados acima. Posteriormente, por pressão do poderoso lobby do agronegócio, o Ibama teve de ceder e baixou duas instruções normativas com a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 
Essas instruções enfraqueceram a medida anterior. A primeira delas, de outubro de 2012, liberou a pulverização aérea dos quatro agrotóxicos, e a segunda, publicada no início de janeiro de 2013, flexibilizou ainda mais a medida original, apenas protegendo a floração.
Outro herbicida, o glifosato e o inseticida clorpirifós, foram as causas de morte de 4 milhões de abelhas, no interior de São Paulo em 2014, os laudos solicitados pelo Departamento de Agricultura e Meio Ambiente do município de Gavião Peixoto, confirmaram a presença destes compostos nas abelhas afetadas. Estes dois agentes são liberados no Brasil.
Nos cultivos transgênicos, as plantas são desenvolvidas para suportar a massiva aplicação de agroquímicos, portanto, este método de produção, contribui com a mortalidade das abelhas e muitos outros polinizadores.
Outras causas relacionadas são o desmatamento e as queimadas, considerados graves problemas ecológicos do Brasil. A exploração predatória e ilegal de madeireiras e a busca por novas áreas para a expansão da atividade agrícolas e pecuária, são as principais causas deste desmatamento, o prejuízo ambiental é imenso. 

As abelhas formam seus ninhos e enxames nas árvores, e estes são completamente exterminados, quando essas árvores são queimadas ou derrubadas. Há visível redução de áreas de nidificação (locais dos ninhos das abelhas) e diminuição considerável de oferta de alimento para elas. 

A estratificação de florestas (pequenas áreas preservadas separadas por grandes áreas devastadas), faz com que seja reduzido o fluxo gênico entre as abelhas de uma mesma espécie (algumas espécies nativas têm pouca autonomia de voo e não conseguem passar de uma mata a outra), diminuindo a variabilidade da espécie.

Outros fatores de mortalidade das abelhas são os parasitas e ácaros. Nosema é um parasita da abelha Apis mellifera, classificado como um fungo. A doença que é adquirida pela ingestão de esporos e transmitida na colmeia por material fecal, prejudica a digestão do pólen, encurtando assim a vida da abelha. 
E a Varroa é um gênero de ácaros ectoparasitas, que infesta e se alimenta dos fluidos corporais de pupas, larvas e indivíduos adultos de abelhas-melíferas do gênero Apis, levando-as à morte. A infestação por Varroa é comprovadamente danosa aos enxames. No Brasil, entretanto, as abelhas melíferas são as africanizadas, uma espécie híbrida do gênero Apis, que possui comportamento de muita resistência à Varroa. Pode-se afirmar ser este um problema de pouca significância em nosso país.
Oficialmente, no Brasil, não há muitas informações e dados sobre o distúrbio do colapso das colônias. Um aplicativo, o Bee Alert, lançado em 2014 pela campanha Bee Or Not To Be? Iniciativa do CETAPIS (Centro Tecnológico de Apicultura e Meliponicultura do Rio Grande do Norte, segue registrando as ocorrências de desaparecimento e morte de abelhas. Atualmente há registros de 22.985 colmeias afetadas, o que equivale a aproximadamente a 1 bilhão de abelhas mortas.
Diante deste quadro, é possível concluir que com urgência precisamos mudar nossas atitudes com relação ao meio ambiente, caso contrário estaremos fadados a escassez de diversos recursos naturais, incluindo os alimentos.
Fonte: CETAPIS (Centro Tecnológico de Apicultura e Meliponicultura do Rio Grande do Norte).
Créditos: Revista Guia “Orgânicos e Saúde” / Ano II - nº 5 – Julho 2017

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Xampu de hidratação profunda funciona?

Atualmente, há no mercado diversos produtos que prometem cabelos sedosos e macios. Um deles é o xampu de hidratação profunda, que tem alto poder restaurador e funciona como um poderoso tratamento para os fios, bem mais potente que o xampu comum. É ideal para recuperar as madeixas muito danificadas pelo uso de secador, prancha e processos químicos.

O produto pode ser utilizado em todos os tipos de cabelo, desde que estejam muito ressecados e precisando de tratamento intensivo. Já para as mulheres que possuem cabelos oleosos ou mistos, é preciso cautela ao usar, nesses casos o ideal é usar em dias alternados com o xampu comum, para que o cabelo não se acostume e deixe de responder aos seus componentes.

O produto não substitui a máscara de hidratação, que deve ser aplicada quinzenalmente, aliada ao uso do xampu. E o condicionador deve continuar sendo utilizado normalmente e sempre da metade até as pontas do cabelo.
Muitos podem até olhar com certo receio para o produto, mas ele oferece – sim – um resultado eficiente, pois sua fórmula é diferenciada e rica em minerais e vitaminas. Os xampus de hidratação profunda são ricos em ômega 9, queratina e vitamina E.

Outro cuidado fundamental é no momento da aplicação. Ela deve ser feita como uma máscara, massageando cuidadosamente, formando espuma aos poucos e deixando os componentes agirem. E na hora de enxaguar, cuidado para não usar água muito quente! O uso do secador está liberado. Apenas evite deixá-lo muito perto dos fios e seja breve, pois o uso prolongado, por muitos minutos seguidos, poderá minimizar o efeito da hidratação.

Consulta: Apollo Cabeleireiros – Avenida Imirim, 1317 – Imirim - SP

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Como combater a secura ocular

Também conhecido como síndrome do olho seco, o incomodo vem à tona quando o olho não produz lágrimas suficientes ou elas não têm a consistência correta e evaporam rapidamente. Fabricadas pelas glândulas lacrimais, elas banham a superfície do olho, mantendo-a hidratada. Além disso, fazem uma faxina na região, levando embora poeira e eventuais detritos. Têm também função protetora conta vírus, fungos e bactérias. 

Em sua composição, entram um elemento aquoso e um oleoso. Além de proteínas e vitaminas importantes para a nutrição do olho. Doenças que alteram a composição desses ingredientes podem deixar o olho seco. Um artigo publicado no periódico e cientifico note-americano Optometry and Vision Science mostrou que 25% dos pacientes que visitam um oftalmologista relatam algum tipo de desconforto relacionado ao olho seco.

Saiba como identificar o problema e como combatê-lo:
Sintomas: ardor ou queimação, dor e vermelhidão, visão turva, pálpebras pesadas, incapacidade de chorar, desconforto ao usar lentes de contato, coceira.
Causas: uso prolongado de anti-histamínicos, descongestionantes nasais, antidepressivos e anticoncepcionais. Terapia de reposição hormonal (mulheres), alergias, doenças autoimunes, como lúpus e atrite reumatóide.

Tratamento
A ciclosporina, um anti-inflamatório, é uma das drogas que tratam o olho seco. Ela diminui os traumas na região, aumenta a produção de lágrimas e reduz os sintomas. Mas há outras manobras, de acordo com as causas. Se o problema ocorrer devido ao uso de lentes de contato, pode ser recomendado outro modelo ou o uso por menos horas. 

Os médicos também podem recorrer aos chamados plugs de silicone, que são inseridos em regiões especificas das pálpebras e mantêm a região hidratada. Em outras situações mais severas, pode ser necessária a cirurgia, que fecha os canais de drenagem lacrimais e mantém o volume de liquido no olho por muito mais tempo.

Estudos descobriram que os suplementos contendo ácidos graxos ômega-3, podem diminuir os sintomas. Boas fontes de omega-3 incluem peixes de água fria, como salmão, sardinha, arenque e bacalhau. Alguns médicos recomendam o óleo de linhaça para aliviar o olho seco . Beber mais água ajuda. A desidratação torna os problemas do olho seco pior.

Dicas para obter alívio nos sintomas do olho:
Pisque com mais frequência. Ao usar um computador, um smartphone ou outro dispositivo digital, tendemos a piscar menos os olhos, o que pode causar ou piorar os sintomas. 
Faça intervalos frequentes durante o uso do computador. Uma boa regra de ouro aqui é desviar a atenção da sua tela pelo menos a cada 20 minutos e olhar para algo que está a pelo menos 20 pés de seus olhos por pelo menos 20 segundos. Alguns praticantes chamam isso de "regra 20-20-20".

Remova cuidadosamente a maquiagem dos olhos. A maquiagem pode entupir as aberturas das glândulas meibomianas na base dos cílios, levando à disfunção da glândula meibomiana e ao olho seco evaporativo. 

Lavar o rosto suavemente e as pálpebras com soro fisiológico e sabonete neutro de mel e própolis, para remover bactérias. Fazer compressas com chá de camomila ou calêndula (são colírios naturais), para lubrificar os olhos e combater o ressecamento.
Usar óculos de sol de qualidade, os que bloqueiam 100 por cento dos raios UV do sol.

Créditos: Revista Delboni Auriemo
Bambamel

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Dieta que acalma

Estudos comprovam que ter um ritmo de vida mais calmo estimula a concentração e previne doenças crônicas. Conheça frutas, ervas e sementes que ajudam a desacelerar.

Alimentos que tranquilizam
Melissa (erva-cidreira): calmante e sedativa, indicada para casos de insônia. Também é digestiva, auxilia no tratamento de dores de cabeça e cólicas intestinais. É antibacteriana e antiviral;
Chás verde, branco e preto: contêm teanina, aminoácido que possui inúmeros efeitos no cérebro. Estudos mostram que ela é capaz de reduzir o estresse psicossocial, melhorar a cognição e leva a um estado de relaxamento, porém sem a sensação de estar sedado;

Abacate/sementes de abóbora: são ricos em beta-sitosterol, que auxilia na modulação do cortisol, o hormônio do estresse;

Maracujá In natura: suco ou mesmo chá: auxilia no tratamento da insônia, irritação, agitação, ansiedade e estresse. Folhas e flores também podem ser usadas. Há estudos que demonstram a redução dos sintomas em casos de transtornos de ansiedade, e efeitos benéficos na qualidade do sono;

Capim-limão: tem ação sedativa leve, ou seja, é um calmante natural com benefícios extras: expectorante, diurético leve e tem ação antibacteriana e digestiva;

Fontes de ômega-3: está presente em peixes de águas frias, como salmão, arenque, sardinha e cavala, e também podem atenuar o cortisol. Fontes de ômega-3 vegetal são a linhaça e a chia;

Açafrão/centella asiática/ ginseng indiano: todos têm efeito ansiolítico;

Camomila: além de exercer efeito calmante e ansiolítico, apresenta ação analgésica, antisséptica, antioxidante, digestiva, anti-inflamatória, antidiabética e hepatoprotetora, ou seja, auxilia na saúde e no funcionamento do fígado.

Sucos relaxantes
Ingredientes
1/2 copo d’água
2 folhas de alface
Polpa de dois maracujás
1 colher de chá de açúcar mascavo (opcional)
Modo de preparo: lave bem os ingredientes e bata no liquidificador. Coe e consuma. 

Refresco de coco e cidreira
Ingredientes
100 ml de chá de erva-cidreira concentrado
De 50 a 100 ml de água de coco
Modo de preparo: bata no liquidificador e tome imediatamente. 

Suco calmante de ervas
Ingredientes
1 (xíc. chá) de chá de camomila
1 (xíc. chá) de chá de melissa
1 (xíc. chá) de chá de funcho ou erva-doce
½ maçã verde
1 polpa fresca de maracujá
½ anis estrelado
1 colher de sopa de mel
1 fatia fina de gengibre sem casca
Modo de preparo: bata tudo, coe e sirva.

Créditos: Revista Farmácia Angeloni – EstarBem - Marina Yakabe

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Identificando lesões potencialmente malignas

O doutor Gerson Dellatorre, dermatologista especialista quando o assunto é manchas na pele, dá uma dica importante. Quando sentir necessidade de analisar uma pinta “suspeita”, divida-a em quatro partes e aplique estes passos: “Simples! Siga a regra do ABCDE”.

A – Assimetria. Verifique se os lados são muito diferentes entre si. 
B – Bordas irregulares. Quando as pintas terminam de maneira abrupta ou em pontas assimétricas (em estrela). 
C – Cores. Mais de três cores ou mudança de cores, tanto para mais escuro quanto para mais claro. 
D – Diâmetro. Pintas com tamanho maior que 1 cm ou crescimento perceptível. 
E – Espessura. Fique atenta se houve aumento da espessura da pinta.

A coloração da mancha diz muito sobre ela. Conheça os diferentes tipos:
Escuras – chamadas de hipercrômicas, aparecem com coloração castanha (o que é mais comum), acinzentada e até preta. Elas podem demonstrar dano solar acumulado, manchas estéticas, como sardas e melasmas, câncer de pele e reações a medicamentos. 

Claras – Existem dois tipos: as acrômicas, que são sem pigmento, e as hipocrômicas, que possuem pouco pigmento. Podem indicar doenças como vitiligo, reações pós-inflamatórias, infecções por fungos, câncer de pele e alergias. 
Vermelhas – aparecem em diferentes tamanhos e formatos, podendo ser sinais de alergias, câncer de pele e distúrbios de coagulação.

Instituto La Beauté
Créditos: RevistaViver

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Açúcar ou gordura: o que é pior para a saúde?

Que o excesso de açúcar e gordura são inimigos de uma saúde ideal nós já sabíamos, mas qual deles é o mais prejudicial? Bom, de acordo com as últimas pesquisas científicas, o maior vilão é o açúcar. No entanto, até alguns meses atrás, a orientação da grande maioria dos médicos era para que se restringisse cotidianamente o consumo de gorduras saturadas, com grandes quantidades do famoso colesterol do “mal”, que poderia aumentar o risco de doenças cardiovasculares e a obesidade.

Mas, o quadro parece ter mudado um pouco, já que ao final de agosto deste ano foi publicado no “The Lancet”, uma conceituada revista médica, um estudo realizado durante sete anos, com aproximadamente 135.000 pessoas, em 18 países diferentes distribuídos pelos cinco continentes, que demonstrou que o consumo maior de carboidratos e/ou açúcares está associados ás maiores taxas de mortalidade geral.

Durante o estudo, constatou-se que as pessoas que obtinham mais de 60% de seu aporte de energia diário ás custas do consumo de carboidratos estavam no topo da lista de mortalidade geral. Mesmo assim,  isso não significa que uma dieta mais rica em gorduras pode ser mais “saudável” que uma dieta abusiva de açúcares. Vale lembrar que em abril de 2017 o Ministério da saúde brasileiro, iniciou uma campanha de combate mais intensivo á obesidade, que de acordo com os últimos dados divulgados, cresceu 60% na última década no país. 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Entenda que tipo de alimento buscar e como prepará-lo!

Por Flávio PassosCEO Puravida Academy

Se alguém me pedisse uma única recomendação sobre alimentação, eu responderia: alimente-se de comida de verdade. 

Comida de verdade é um alimento PURO, livre de venenos, conservantes e aditivos, além de gorduras sintéticas e açúcar concentrado. Mas é também um alimento RICO, que oferece ao seu organismo toda a diversa riqueza que ele requer para manifestar todo o seu potencial.

Por mais que a indústria tenha nos levado a acreditar que é "normal" se alimentar de comida ultraprocessada, pobre em nutrientes e poluída com aditivos, é sempre bom lembrar de que isto é algo recente em nossa história humana.

Nossos ancestrais não eram expostos aos diversos aditivos, excesso de carboidratos e gorduras inflamatórias que hoje são tão comuns. E quase não sofriam com os chamados "males modernos", hoje igualmente "normais" - diabetes, obesidade, transtorno de déficit de atenção, inflamação crônica e muitos outros.


Você precisa de conhecimento para conseguir transformar suas escolhas. É só a partir do entendimento do que cada alimento te proporciona (ou te causa) que você passa a fazer escolhas conscientes e efetivas.

É por isso que tenho para mim a certeza de que o primeiro passo para qualquer transformação benéfica é adquirir conhecimento.

Aqui um pequeno resumo de como entrar em um supermercado e fazer as melhores escolhas possíveis dentro de cada circunstância.
1.       Preencha seu carrinho com comida de verdade: legumes e verduras, frutas, raízes, castanhas, sementes, algas, cogumelos, peixes, ovos…


2.       Ao comprar produtos industrializados, saiba que o primeiro ingrediente listado é obrigatoriamente o que está mais presente no produto, e assim sucessivamente. Se você compra um chocolate cujo primeiro ingrediente é açúcar, então você está pagando caro por algo que não vale muito.


3.       Evite os aditivos, corantes e adoçantes sintéticos, incluindo aspartame, glutamato monossódico, sequestrantes e outros semelhantes. Eles cobram um preço que, se você o conhecer, não estará disposto a pagar. Acredite.

4.       Evite especialmente estes que estão entre os piores aditivos: gordura vegetal, glutamato monossódico, benzoato de sódio, aspartame, corante caramelo, glucose de milho, açúcar invertido. Qualquer coisa que tenha algum destes elementos deve receber a luz vermelha. Not food.

Outra prática simples, mas pouco difundida é a de procurar se alimentar primariamente de alimentos orgânicos.

Análises de múltiplos estudos demonstram que alimentos orgânicos possuem níveis significativamente maiores de vitamina C, ferro, magnésio e fósforo do que variedades convencionais dos mesmos alimentos.

A verdade é que um alimento só pode dar ao corpo aquilo que ele
encontra no solo, e o cultivo orgânico busca nutrir o solo de forma profunda para fortalecer a imunidade da mesma e com isto minimizar o uso de qualquer tipo de defensivo. Quando utilizados, são escolhidos os não-tóxicos, de plantas como o Neem, um pesticida natural.

Já o produto que, infelizmente, ainda chamamos de "convencional" é normalmente criado em solo empobrecido, artificialmente enriquecido de forma desequilibrada (basicamente com NPK). 

Isto gera plantas fracas e suscetíveis aos fungos e pragas diversas, o que demanda o uso de venenos potentes que matam tudo - inclusive você, aos poucos.

O mesmo vale para produtos de origem animal - aliás, é até mais importante que seu ovo, sua manteiga, sua carne e seu peixe sejam orgânicos.

Quanto mais alto na cadeia, mais um alimento concentra nutrientes e toxinas.

Alimentos de origem animal concentram muitos nutrientes, mas também os pesticidas daquilo que comem - em especial nas gorduras (manteiga, gema de ovo, óleo de peixe, gordura das carnes).

Jamais menospreze o potencial destrutivo dos agrotóxicos, especialmente no Brasil, país campeão no uso de venenos agroindustriais. Eles podem causar doenças severas, além de lhe afastar da possibilidade de sentir o brilho de um organismo funcionando em sua pureza e equilíbrio.

Vale a pena valorizar o orgânico, mesmo que custe mais caro. Economize em outros setores de sua vida, jamais na qualidade daquilo que é a matéria-prima de sua Saúde: seu alimento.

E uma última dica super rápida, prática e valiosa: sempre que possível, evite fritar ou usar microondas.

Cozinhe na água ou no caldo de legumes em baixa temperatura de forma a preservar os nutrientes de seu alimento. Isto otimiza o sabor e a digestão.

A Natureza levou meses para aprontar cada um dos ingredientes de seu prato. Cozinhe com respeito e paciência!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Corações conectados

Créditos da imagem: Erika Di Mare (anima Complicata)
Dizem que para o amor chegar não há dia, não há hora, nem momento marcado para acontecer. Ele vem de repente e se instala no mais sensível dos nossos órgãos, o coração.

Recentemente, navegando pela internet, numa rede social, li alguns trechos de uma conversa em que uma mulher relata aos seus seguidores, o momento mágico que está vivendo. Todas as noites, ela aguarda com expectativa que dois corpos que estão distantes sem se conhecerem, se encontrem para ficarem juntos, pois seus corações estão conectados.

Como se a "presença" do outro fosse capaz de acelerar as batidas dos seus corações. Claro, os seguidores ficaram sem entender, questionaram perplexos, de alguma forma ajudar a alma complicada, mas, quem se importa, se ela está feliz e um novo brilho reina no seu olhar?! Existem mistérios neste mundo maravilhoso que jamais desvendaremos...

Augusto Cury, que há quase 30 anos escreve sobre comportamento humano, pondera que o amor se cultiva, lapida e se estimula.
Pode morrer e também renascer. Não é genético, não se nasce sabendo amar, você aprende a amar. Sem respeito não há confiança, sem confiança não há prazer, sem prazer não há amor. As diferenças existem e os problemas vão existir se ambas as partes não aceitá-las ou no mínimo respeitá-las. Basta não querer que o outro seja a sua imagem e semelhança. A vida é belíssima, mas brevíssima. Vale a pena se esforçar para ser feliz.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O poder curativo e embelezador da terra

Os povos primitivos utilizavam a argila como fonte principal de tratamento e cura de muitos males da saúde.
Os índios, por exemplo, aconchegavam o corpo de seus doentes sob a terra (deixando apenas a cabeça de fora), para promover a cura.
Bibliografias registram que Hipócrates utilizava em suas práticas a geoterapia e ensinava à seus discípulos. Filósofos e cientistas, tais como Plínio, Aristóteles e recentemente o naturista Mahatma Ghandi, impressionavam-se com o poder curativo do popular barro.
Cleópatra, famosa rainha e também por sua beleza, já usufruía dos efeitos terapêuticos da argila para fins estéticos.

Todas as terras e argilas possuem três componentes geológicos fundamentais: quartzo (sílica), feldspato (sódio/potássio) e a mica (alumina), em quantidades diferentes segundo o terreno.
Embora o que mais oscila em quantidade seja os componentes químicos, a sílica, o alumínio, o ferro, o cálcio, o potássio, o magnésio entre outros, que associados com a água para a sua diluição, efetuam parte da propriedade terapêutica da terra.

Outro fator importante para que a terra constitua um agente terapêutico, é a energia que ela contém. São duas principais nela condensada:

Os raios solares que impregnam as camadas superficiais do solo com energia calorífica.
E uma energia intrínseca determinada pela localização geográfica (considerando idade, clima, resíduos vulcânicos,...).

Outras questões que baseiam no mecanismo da ação terapêutica da argila são:

Teoria mineralizante: pela concentração de minerais, a argila em contato com a pele ou trato gastrointestinal, promove uma reposição de minerais.
Teoria energética: refere-se a troca de energia com o corpo em questão. Ocorrendo uma troca de energia perniciosa da área doente transmitindo uma energia de alta qualidade vital. Existindo assim troca de energia com a área afetada.
Equilíbrio térmico: ocorre pela capacidade de dissipar o calor ao ser aplicada a modalidade de compressa fria.

Ação anti-radiativa: pesquisadores observaram que objetos contaminados por radiatividade, após entrarem em contato com o barro, perdiam rapidamente a radiatividade.
Ação dermato-funcional: a argila tem um forte efeito rejuvenescedor sobre a pele. Favorecendo a nutrição, firmeza, tonicidade e elasticidade da pele. Por suas propriedades revitalizantes, atua através de máscaras, atenuando marcas de expressão, amacia e suaviza a pele. É excelente no combate a acne, espinhas, cravos, acúmulos de gordura, pele oleosa, rugas e manchas.

Máscara de argila para peles oleosas e mistas
1 colher de sobremesa de argila verde ou negra, 1 gota de óleo essencial de hortelã-pimenta 1 gota de óleo essencial de cipreste.  Se tiver acne, acrescente 1 gota de óleo essencial de tea tree.

Para peles sensíveis, desidratadas e manchadas
1 colher de sobremesa de argila rosa ou branca, 2 gotas de óleo essencial de lavanda, 1 gota de palmarosa.

O tempo de aplicação deve ser de 20 minutos. A frequência da aplicação vai ser de acordo com o tipo de pele. Uma a duas vezes por semana.

Créditos: Prof.ª Daniella Koch de Carvalho

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Quem é o maior comilão, você ou suas emoções?

Por Tracie Johansen

Se você está tendo problemas para perder peso ou está tendo dificuldades em controlar seu apetite, tente descobrir se é porque está com fome ou porque algo a está incomodando. Na guerra contra o excesso de peso, eu tive de analisar por que eu comia tanto. Às vezes nos pegamos comendo não porque estamos com fome, mas porque estamos com algum problema emocional. Tente determinar o porquê de você comer tanto. Você está tendo problemas de relacionamento com o marido, com seus filhos, problemas no trabalho, com os pais, parentes, ou está apenas estressada? Você está se sentindo sobrecarregada, desvalorizada, ignorada, solitária, triste, sem amor, furiosa, frustrada ou apenas confusa com sua vida?

Faça um diário e registre tudo o que você come diariamente durante um mês. Quando for comer, tente determinar se está com fome ou se algo a está chateando. Em seu diário, anote seus sentimentos e o que a levou a comer.
Descobri que 9 em 10 vezes as pessoas comem não porque têm fome, mas porque estão chateadas com algo ou alguém. Se você conseguir descobrir quais os problemas e sentimentos que fazem você buscar algum tipo de compensação na comida ou que levem você a procurar alimentos que engordam, terá mais chance de controlar sua gula.

Se você vive no meio de pessoas negativas, encontre um modo de não se deixar contaminar pelo negativismo delas. Quando elas tentarem desestimular você, feche os olhos e pense apenas em coisas boas e positivas.
Tente fazer o que lhe dá prazer, crie um hobby, inscreva-se naquele curso que gostaria de fazer, dê um passeio todos os dias e concentre-se em suas necessidades. Se você está tendo problemas com as pessoas com quem tem de conviver e não pode evitá-las, tente achar um meio-termo.

Faça isso a qualquer hora do dia, sempre que se sentir estressada ou desvalorizada. Não se satisfaça com menos, só aceite aquilo que você merece. Você é uma pessoa boa e carinhosa que não precisa aceitar que alguém faça algo que fira seus sentimentos.
Você não pode mudar o modo de agir das outras pessoas, só pode mudar o modo como você reage a elas. Uma vez que tenha total controle de suas emoções, ninguém poderá controlar você.

Ame-se acima de tudo, trate-se com respeito, aceite apenas aquilo que a faz sentir bem e deixe o resto sumir na fumaça como se nunca tivesse acontecido. Quando você aprender a não deixar que as pessoas a magoem, você terá realmente aprendido a ter total controle sobre sua própria vida.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

12 coisas que você não deve esquecer

O passado não pode ser mudado;
As opiniões dos outros não te definem;
A vida de cada um é diferente da sua;
Tudo melhora com o tempo;
Críticas dizem mais dos outros do que de você;
Pensar demais só causa tristeza;
A felicidade vem de dentro;
Pensamentos positivos atraem coisas boas;
Os sorrisos são contagiosos;
Gestos gentis são gratuitos;
Você só irá fracassar se desistir;
Tudo o que você dá, recebe de volta.

Revista Pazes

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Porque consumir beterraba?

Além de poder ser consumida de diferentes formas, a beterraba também reserva inúmeros benefícios à saúde e a uma quantidade importante de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Esta herbácea funciona como um antiinflamatório natural. O ideal é que para esta função a beterraba seja consumida crua, assim manterá em suas propriedades a betaína, um componente que ajuda a reduzir as inflamações do corpo. Este vegetal tem o poder de limpar o fígado.

Assim sendo, colabora para o fortalecimento deste órgão e ajuda a evitar o câncer de fígado e também de pele. Por possuir carotenóides e flavonóides em sua composição, a beterraba ajuda o organismo a se proteger dos radicais livres e a controlar o colesterol ruim. Vale lembrar que esses nutrientes estão, principalmente, nas folhas da beterraba, por isso é tão importante utilizar o alimento em sua totalidade e assim aproveitar todos os benefícios que ele pode oferecer. 

Esta raiz é rica em açúcar e cheia de vitaminas, como A, B1, B2, B5 e C; a beterraba também possui muita proteína, potássio, fósforo, cálcio, zinco, ferro e manganês. Por isso, é uma arma excelente na luta contra a anemia.

Um jeito bom e prático de consumir a beterraba é em forma de suco ou salda crua. Por manter o alimento cru, esta opção preserva boa parte dos nutrientes. Além disso, a beterraba pode ser misturada a outras frutas ou vegetais para elevar ainda mais os resultados. Para os hipertensos, este é um modo alternativo de regular a pressão arterial.

Texto e imagem: Revista - Mercado, Empresas & Cia – Aditivos & Ingredientes

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Os mosquitos me amam

Por Mariana Botta

Você volta de uma temporada na praia ou no campo todo picado e sua irmã, que fez a mesma viagem, tem apenas alguns pontinhos vermelhos pelo corpo. Se essa é uma situação frequente, certamente você está no time das pessoas que, digamos assim, são mais “apetitosas” para os insetos. E nada disso é suposição ou piada de família, e sim um fato científico. 

Já está comprovado que os mosquitos são atraídos por algumas substâncias liberadas pelo corpo, como resultado da respiração metabólica (ácido lático, CO2, calor). “O ritmo acelerado da circulação sanguínea desencadeia o suor e, juntamente, as emanações de calor e substâncias voláteis que atraem os insetos”, explica Sirlei Antunes Morais, entomologista e autora do blog: O Mosquito Culex. Em outras palavras, a maior capacidade de atrair mosquitos depende da quantidade que esses produtos são liberados pelo seu corpo.

Mas há outros fatores que podem contribuir para a atratividade dos insetos: a coloração das vestimentas, sobretudo pretas ou vermelhas, que os atrai pela capacidade visual, a temperatura do corpo – quanto mais quente, mais mosquitos– e algumas bactérias que já existem naturalmente na pele. Ou seja, é mais complexo do que aquela história de “sangue doce”.

E não é só isso. Crianças, mulheres grávidas, pessoas com sobrepeso ou com alta atividade física, devido a suas atividades metabólicas, também costumam ser alvo de picadas. Também agradam aos mosquitos o calor, que faz as pessoas transpirarem mais, o uso de perfumes adocicados e o consumo excessivo de álcool.

A comprovação, porém, não trouxe ainda um remédio. Não existem medicamentos que as pessoas com maior grau de atratividade possam tomar para diminuir essa tendência. Há informações sobre o uso de vitaminas do complexo B, própolis, que diminuiriam a atratividade para os mosquitos, assim como o cravo e o alho, entre outros. 

Uma opção é o uso de produtos repelentes à base de semente de andiroba, uma árvore amazônica, cujo óleo não tem cheiro e ainda possui propriedades hidratantes. A citronela, também tem mostrado potencial repelente em diversas pesquisas.

Fontes: Jonathan Day (Universidade da Flórida), Edison Rogerio Cansi (Universidade
Federal Sul da Bahia), Sirlei Antunes Morais (Faculdade de Saúde Pública da USP).

Texto adaptado
Créditos: Revista Bem Estar – Farmácia Angeloni

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