quinta-feira, 21 de junho de 2018

O que você mudaria se pudesse voltar ao passado?

Por  Fran Christy
Esse é um tema comum. Com frequência as pessoas se queixam de que seu presente é resultado de erros, omissões, desencontros e mal entendidos ocorridos no passado. 

Dizem levianamente que seria ótimo se pudessem voltar ao passado e consertar os erros ou mudar o curso da própria vida.

É claro que nós sabemos que isso não é possível, mas o que não nos damos conta quando fantasiamos com a máquina do tempo é que estamos nos focando no passado, além disso, estamos mantendo uma postura mental negativa, pensando nos erros, desencontros, mal entendidos, brigas, perdas. 

Enquanto estamos preocupados com coisas que já aconteceram, dedicando nosso espaço mental ruminando sobre coisas que já não podemos mudar, perdemos tempo, tempo no presente que poderia estar sendo usado para construir um futuro muito melhor.

Atenção é algo peculiar. Temos a tendência de acreditar que o que conta é o que fazemos, então vamos agindo, tomando conta de nossas responsabilidades, mas com a cabeça nas nuvens, pensando em coisas que já aconteceram, reprisamos cenas, diálogos, imaginamos se tivéssemos dito coisas diferentes, se tivéssemos tomado outras atitudes. 

Nossa atenção é desviada do presente, enquanto a ação do momento merece somente traços de consciência para se manter automatizada, nossa mente consciente está divagando por entre fantasias, memórias e expectativas.

Você não precisa voltar ao passado para mudar seu futuro
Nos convencemos de que se tivéssemos feito algo diferente no passado, nosso presente seria de alguma forma diferente. 
Além de completa perda de tempo, esse ponto de vista ainda pode estar redondamente errado. A vida é cheia de surpresas, quem sabe se você tivesse feito o que hoje desejaria ter feito, o resultado no longo prazo teria sido muito pior, ou diferente do que você imagina. 
Não temos como saber, mas perder tempo e espaço mental conjecturando simplesmente não vale a pena. 
No filme Efeito Borboleta, o personagem principal viaja no tempo, tentando corrigir erros do passado, dele e dos outros, prevenindo desastres na vida das pessoas que ele conhece. Porém, a cada “correção” no passado, o futuro dele muda, muitas vezes de forma totalmente indesejada.
O efeito borboleta da vida lhe trouxe para o aqui e agora e quer você esteja contente com o resultado ou não. 

Pensar no passado não vai mudar nada, mas refletir sobre como você pode mudar sua atitude para não repetir os mesmos erros pode prevenir que daqui  a 5, 10, 20 anos você não esteja precisando ler novamente um artigo como este!

Pense no futuro, em como você deseja que as coisas aconteçam, mas foque sua atenção no presente. 

Reserve determinados momentos para pensar no futuro e planejar sua vida, organize como você conseguirá atingir sua visão, mas viva a vida no presente, com toda a sua atenção voltada para o que você está fazendo agora. 

Evite devaneios, evite ruminar sobre o passado e evite fantasiar sobre como você gostaria que o futuro se desenrolasse fora desses momentos específicos para planejamento. 

Experimente viver o presente com foco total. 

Eu garanto que você se sentirá diferente e depois de alguns dias, concordará que não precisa voltar ao passado, você é o que você é graças a todas as experiências que você já passou.

Créditos: Fran Christy escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias de vida. Fran Christy é autora dos livros Planejamento Estratégico PessoalManual de Definição de MetasManual de Administração do Tempo e Um Sentido para a Vida . Sonhos estratégicos

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Os benefícios e os malefícios dos óleos

Saiba a diferença entre os óleos mais pedidos por e-mail e tire o melhor proveito deles na sua dieta.

O ingrediente primário de cada produto determina não só ganhos imensuráveis para a saúde de quem o consome como também qual tipo de utilização ele permite.

A nutricionista funcional carioca Patricia Davidson Haiat, elaborou um verdadeiro guia de óleos com prós, contras e modo de uso, a seguir.

Óleo de uva: rico em vitamina E, é um super antioxidante que ajuda na revitalização da pele. É rico também em Omega 6, que é um ácido graxo com propriedades anti-inflamatórias, muito importante na cicatrização de feridas.

Lado ruim: por ser muito adocicado, não agrada a todos pelo paladar.

Melhor forma de utilizar: como hidratante para o corpo e para pele, pois ajuda na prevenção de estrias e celulites, devido à alta concentração de vitamina E. 

E pode ser também utilizado para temperar saladas e até mesmo para frituras, pois não forma substância cancerígenas em altas temperaturas.

Óleo de semente de abóbora: rico em carotenoides, triptofano, e magnésio. Portanto, esse óleo é um poderoso antioxidante, tem efeito de calmante natural e potencializa o nosso sistema imunológico.

Lado ruim: não pode ser utilizado para frituras, pois é sensível ao calor.

Melhor forma de utilizar: para temperar saladas e em preparações culinárias. 

Azeite de oliva: ele é rico em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, que ajuda a diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom colesterol. 

É rico em antioxidantes que impedem a oxidação do colesterol e o acúmulo de placas de gorduras nos vasos sanguíneos.

Lado ruim: não pode ser utilizado para frituras, somente em preparações de pratos quentes, onde o calor é controlado.

Melhor forma de utilizar: é recomendável para molhos de salada e pratos quentes - e sempre que possível no final do preparo.

Óleo de canola: contém menor teor de gordura saturada, se comparado com outros óleos, e é rico em ômega 3 e ômega 6.

Lado ruim: a canola cultivada no mundo é geneticamente alterada a fim de que consiga sobreviver ao plantio realizado com o uso de pesticidas nocivos tanto à planta quanto aos seres humanos. 

E esses agrotóxicos ficam armazenados justamente nos lipídeos da planta, ou seja, em seu óleo, que consumimos. 

Durante o processamento e refinamento, os óleos poliinsaturados dos quais são formados se deformam com a luz, com o calor e com a pressão. 

Desse modo, oxidam-se, aumentando os radicais livres em nosso organismo, o que causa o seu envelhecimento precoce.

Tal processo gera óleos altamente inflamatórios, fazendo com que contribuam para o aumento de doenças degenerativas, do coração e ainda facilitem o ganho de peso.

Melhor forma de utilizar: melhor optar por um óleo mais saudável. 

Óleo de girassol: este óleo é rico em vitamina E, que ajuda a prevenir doenças como asma, artrite reumatóide e câncer de cólon.

Lado ruim: ele é rico em ácidos poliinsaturados, que podem reagir com o organismo oxidando e danificando o sangue arterial. 

O excesso desses ácidos também pode elevar os níveis de pressão arterial, causando distúrbios renais e outras complicações graves. 

O consumo excessivo pode causar obesidade, dores nas articulações e diabetes.

Melhor forma de utilizar: melhor optar por um óleo mais saudável.

Óleo de linhaça: é saboroso e conhecido por sua alta concentração de ácidos graxos ômega 3, que reduz a inflamação nas articulações, pele e rins, mas também reduz os níveis de colesterol. 

Lado ruim: não pode ser esquentado, sendo utilizado somente em preparações a frio.

Melhor forma de utilizar: na salada.

Óleo de abacate: é rico em beta-sitosterol, gorduras monoinsaturadas, vitamina A e um alto teor de vitamina E, quase o dobro do óleo de semente de uvas. 

E por conter essas propriedades nutricionais o óleo ajuda a reduzir os níveis de cortisol, hormônio responsável pela compulsão por comer e pelo acúmulo de gordura na região do abdômen.

Lado ruim: não tem.

Melhor forma de utilizar: pode ser consumido puro ou utilizado em diversas preparações, é mais estável a altas temperatura, podendo ser utilizado em preparações quentes, como refogados e frituras, sem alterar sua estrutura química.

Óleo de amendoim: é rico em vitamina E e Ômega 6, que previnem a formação dos radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce; o Ômega 6 é um renovador celular. 

O óleo tem grande quantidade de gorduras monoinsaturadas/insaturadas, que previnem a formação de coágulos nas artérias, protegendo o coração.

Lado ruim: seu uso deve ser moderado, se consumido em grandes quantidades, pode perder o efeito.

Melhor forma de utilizar: pode ser usado em frituras, já que é mais resistente à oxidação do que os demais óleos e azeites, além de não engrossar, não soltar fumaça e nem escurecer durante o processo de fritura.

Óleo de coco: tem propriedades antiviral, antifúngica e antibacterianas. Contém triglicerídeos de cadeia média, que é de fácil absorção, não acumulando na forma de gordura.

Lado ruim: por ser metabolizado no fígado, portanto quem possui alguma doença hepática deve evitar o consumo excessivo.

Melhor forma de utilizar: em saladas e em preparações quentes, até mesmo em frituras, pois é resistente a altas temperaturas e não sofre deterioração.

Créditos: AARFFSA - Victoria Marchesi

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Deixar entrar um arco-íris

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Você é mais do que feliz?

Mais do que felizes são aqueles que ostentam um coração puro e cheio de sentimentos bons, não dando espaço para as malignidades...

São aqueles que não se conformam com as injustiças desse mundo, fazendo de si mesmos verdadeiros heróis, lutando contra os vilões que aqui se encontram...

São aqueles que perdoam os que não merecem...

São aqueles que se compadecem do sofrimento alheio...

São aqueles que se contentam com apenas uma pessoa a vida inteira e que lutam, com todas as suas forças, somente para a consecução da felicidade da mesma...

Mais do que felizes são aqueles que buscam a simplicidade, fazendo das coisas mais singelas a sua âncora...

São aqueles que estendem as mãos para os seus perseguidores...

São aqueles que estão dispostos a aprender sempre, ou seja, aqueles que não foram completados...

Mais do que felizes são aqueles que estão dispostos a ouvir os sentimentos do seu próximo, aconselhando-os e tentando levantar sua autoestima, resgatando-os da prisão e trazendo-os novamente para a luz...

São todos aqueles que não tem medo de manifestarem seus sentimentos, seja através da música, da poesia, ou em uma simples folha de papel...

São os que possuem aversão à vingança e regozijo em apartar brigas...

São aqueles que não perderam sua honra e dignidade, não deixando que as propostas sedutoras desse mundo os contaminassem...

São aqueles que são sinceros e amam a verdade, mesmo que tenham que pagar um alto preço por isso...

Mais do que felizes são aqueles que não seguem o curso da maioria, como robôs padronizados, que existem apenas para a repetição...

São os que amam de maneira incondicional, sem esperar nada em troca...
São aqueles que aceitam o outro do jeito que ele é, sem querer “completá-lo” da sua maneira...


São aqueles que buscam a reconciliação, se esquecendo das coisas negativas e se lembrando somente das positivas...

São os humildes, esses seres exacerbadamente inferiores a maioria, que apesar de saberem o quão formosos são, preferem o anonimato e a não reverência...

Mais do que felizes são aqueles que conseguem não só compreender os animais, mas a apreciar a beleza de seus olhares...

São os conservadores, essas pessoas que não são levadas pela depravação terrena que estamos vivenciando, ou seja, aqueles cujos valores são imutáveis...


São aqueles que nada temem, pois, nasceram com uma intrepidez semelhante a um leão no auge de sua jovialidade...


São aqueles que sabem esperar, ou seja, os que não são poços de ansiedade, e que buscam fazer da paciência a sua maior virtude...


São aqueles que possuem dentro de si mesmos uma aurora divina, guardando resquícios de compaixão por esse planeta tão castigado pela inconsequência humana...


São os pensadores, que reservam um tempo para refletirem sobre si mesmos e sobre seus semelhantes...

Mais do que felizes são todos os tolerantes, que sabem ouvir críticas sem se revoltar, ou, buscar rebatê-las...

São aqueles que valorizam o qualitativo em detrimento do quantitativo, peneirando para retirar as impurezas existentes...

São aqueles que sentem prazer em servir os outros, como um garçom eterno, cuidando para que ninguém saia dessa vida sem ter experimentado o melhor dela...

Mais do que felizes são aqueles que fazem do amor, da paz e da unidade, os três pilares máximos de suas personalidades, fazendo desse lugar, um lugar tão pacífico quanto o paraíso divino...
Texto adaptado
Pablo de Paula Bravin

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Pão de macaxeira

Características: a mandioca constitui um dos principais alimentos energéticos utilizados no Brasil, devido à sua rusticidade e ampla adaptabilidade. 

Mais de 80 países a produzem e o Brasil participa com mais de 15% da produção mundial. De fácil adaptação, é cultivada e consumida em todos os estados brasileiros, situando-se entre os nove primeiros produtos agrícolas do País. 

A mandioca se deteriora muito mais rapidamente do que as outras hortaliças de raiz. Se a colheita for atrasada, o diâmetro e o comprimento delas aumentam sem causar substancial prejuízo à qualidade alimentar, mas o valor comercial é prejudicado. 

Durante o armazenamento, a mandioca escurece rapidamente, deixando a polpa com listras escurecidas. A rapidez de escurecimento pode ser reduzida se as raízes forem mantidas em lugares bastante úmidos. 

A desidratação limita a vida útil da mandioca fresca em cerca de uma semana. A melhor alternativa para o armazenamento doméstico e para a comercialização tem sido o congelamento da raiz descascada ou conservada por alguns dias imersa em água. 

Outros indicadores de boa qualidade são a polpa úmida e a casca que se solta com facilidade.

Uso culinário: diferencia-se em mandioca-brava e mandioca-mansa, também chamada de
macaxeira ou aipim. A mandioca-brava apresenta alto valor de ácido cianídrico, substância tóxica que a torna inadequada para o consumo humano sem o devido processamento, sendo utilizada no preparo da farinha de mandioca, do polvilho (goma) e em pratos como o tucupi e o tacacá (típicos da região Norte). 

A mandioca-mansa apresenta menores teores de ácido cianídrico, podendo-se fazer uso das raízes cozidas. Dela também se prepara a farinha suruí (Suruí é uma localidade no RJ que deu nome à farinha local) e o carimã.

Você sabia que: para a fabricação de farinhas, muito utilizadas principalmente nas regiões
Norte e Nordeste, existem as casas de farinha, onde são produzidos, de forma artesanal, os diversos tipos de farinha consumidos no Brasil. 

Esse tipo de produção atualmente envolve o trabalho intrafamiliar ou até mesmo comunitário, garantindo o próprio consumo e a geração de renda.

Pão de macaxeira
Ingredientes

3 pedaços médios de mandioca (340g)
3 e 1/2 xícaras de chá de água (800ml)
2 tabletes de fermento fresco (30g)
1 colher de café de açúcar (3g)
2 ovos (110g)
3 xícaras de chá de farinha de trigo (300g)
3 colheres de sopa de óleo (de coco sem sabor opcional) (30ml)
2 colheres de chá de sal (marinho - opcional) (6g)

Modo de preparo:
Descascar e cozinhar a mandioca em água;
Amassar a mandioca até obter um purê e reservar;
Misturar o fermento com o açúcar, 50 g de farinha de trigo e 120 ml da água do cozimento da mandioca;
Deixar dobrar de tamanho;
Acrescentar ao purê de mandioca o ovo, o óleo, o sal e a massa fermentada;
Adicionar a farinha aos poucos (dependendo da mandioca e da farinha de trigo, essas quantidades podem ser modificadas);
Sovar a massa até que fique bem lisa;
Deixar fermentar mais uma vez para dobrar o tamanho e modelar as bolinhas;
Untar uma forma retangular, enfarinhar e deixar que os pãezinhos dobrem mais uma vez de tamanho;
Assar os pães em forno preaquecido (180 °C) até dourar.

Rendimento: 30 unidades.

Créditos: Livro “Alimentos Regionais Brasileiros”
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Alimentos regionais brasileiros / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2015.
484 p. : il. ISBN 978-85-334-2145-5

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Chá para combater a queda de cabelos

O que você irá precisar:

Alecrim importado (folha)
Arnica (folha e flores)
Jaborandi (folha)
Juá (casca)
Mutumba (casca)
Nogueira (talo e folha)
Quina-Quina (casca)

Modo de preparo: adicione um punhado de cada erva a 300 ml de água fervente. Deixe em infusão por 30 minutos. Coe. Utilize para enxaguar os cabelos, fazendo massagem no couro cabeludo. 
Repita essa operação 3 vezes por semana.

Créditos: Dr. Rafael Freitas - Bambamel

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Dicas de uso de óleo de coco extravirgem

Acalmar a pele após a exposição solar

Apresenta propriedades nutritivas, sendo um agente extremamente benéfico para suavizar a pele após longos períodos de exposição solar. 

Uma vez que apresenta propriedades anti-inflamatórias e citoprotetoras (substâncias capazes de proteger nossas células e nossos tecidos).

Protetor da pele e do cabelo

A exposição dos fios à água do mar e da piscina e ao sol pode danificar profundamente os fios. Por isso, uma alternativa é aplicar uma pequena quantidade de óleo de coco nos fios e na pele antes de entrar no mar ou na piscina. 

Ele formará uma barreira protetora minimizando os danos.

Pós-depilação

O óleo de coco é rico em compostos reparadores ideais para tratar e suavizar a pele após processos de depilação. 

Além disso, funciona como uma barreira protetora contra micro-organismos que poderiam atravessar facilmente a pele sensibilizada.

Cuidados com os pés pós-praia

A região dos pés é muito susceptível ao ressecamento, pois nesta região não possuímos glândulas sebáceas. Por isso, merecem cuidados especiais, principalmente após um dia de praia. 

É um grande aliado na recuperação desse tecido, uma vez que fornece nutrição e prolonga a hidratação dos pés, deixando-os macios e suaves. Basta aplicar uma quantidade suficiente para umectá-los e deixar por algumas horas. 

Para segurança e conforto calce uma meia após aplicação e dê preferência por aplicar antes de dormir. Assim o óleo de coco irá trabalhar durante toda a noite na recuperação de regiões ásperas e ressecadas.

Remoção de toxinas e poluição da pele

Durante o verão os poros apresentam-se mais dilatados, favorecendo o acúmulo de sujidades e de toxinas na pele, que muitas vezes não são removidas com a lavagem convencional. 

Uma excelente alternativa é umedecer um algodão com óleo e aplicar no rosto limpo com movimentos circulares, removendo profundamente as partículas de sujidades que obstruíam o tecido.

Esfoliante labial e nutrição labial

A região dos lábios também não possui glândulas produtoras de oleosidade, por isso é mais vulnerável ao ressecamento e ao efeito craquelado. 

O óleo de coco extravirgem pode ser misturado em açúcar de coco e aplicado diretamente nos lábios com movimentos circulares suaves, promovendo esfoliação leve e nutrição. 

Evitando que fiquem ressecados e craquelados, o que deixa o efeito do batom ainda mais lindo.

Proteção da mucosa genital

A mucosa genital é sensível à ação de componentes químicos dissolvidos na água da piscina e pode apresentar irritação e comprometimento da microbiota natural após longas horas de exposição. 

A aplicação prévia de uma pequena quantidade de óleo de coco nesta região pode funcionar como uma barreira protetora minimizando a irritação local.

Saúde bucal e dentes lindos

É uma alternativa para aproveitar o verão com um sorriso saudável e livre de mau hálito. 

A dica é fazer um bochecho matinal com óleo de coco. Por possuir substâncias com propriedades antimicrobianas, pode atuar combatendo bactérias que causam mau hálito, além de favorecer a manutenção da imunidade local.

Reposição do manto hidrolipídico

Sabonetes em geral, produtos químicos e outros componentes podem remover parte do manto hidrolipídico corporal que funciona como uma barreira protetora da nossa pele contra agressões externas. 

Após o banho de mar ou de piscina é interessante repor parte destes componentes. Uma alternativa é aplicar uma pequena quantidade de óleo sobre toda a pele após o banho, ele irá nutrir, proteger e deixar a pele radiante.

Proteção da barba à exposição da água do mar e da piscina

Engana-se quem pensa que os fios da barba não sofrem com as agressões provocadas pela água do mar e da piscina. 

Eles também podem ser protegidos com a aplicação de uma pequena porção de óleo que funcionará como um excepcional agente nutritivo e que evitará que os fios fiquem ressecados e desalinhados.

Créditos: Jackeline de Souza Alecrim  - Farmacêutica, pesquisadora e professora universitária de cursos de graduação e pós-graduação da área de saúde. Atua no desenvolvimento de produtos cosméticos e é Especialista em Saúde Pública, Farmacologia Clínica e em Cosmetologia Avançada com enfoque em Produtos Naturais. Copra Alimentos