quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Como evitar a flacidez no corpo

Infelizmente nem todo mundo consegue ficar a vida toda com uma pele firme na lateral do corpo, sem gordurinhas e sem a temida flacidez. Essa aparece quando a pele fica mais velha e sem tantas substâncias que a deixam um pouco mais firme .

Para evitar a flacidez, as pessoas devem tomar alguns cuidados com a alimentação e também com outros hábitos de vida, já que estes são fatores que influenciam no surgimento de flacidez, que é um mal que ataca muitas pessoas causando um certo desconforto, principalmente nas mulheres.

A flacidez aparece muito nas coxas, barriga, glúteos e braços e está associada à formação diminuída de proteínas como o colágeno e a elastina. Estes são responsáveis pela rigidez e elasticidade da pele, e frequentemente têm seu funcionamento falho quando expomos em excesso a pele ao sol, no passar do tempo (idade), quando temos uma alimentação inadequada (rica em gorduras e pobre em proteínas) , além dos fatores genéticos.

Dicas para evitar a flacidez
Parece clichê, mas não é, substituir alimentos gordurosos ou repletos de açúcar por frutas, verduras e legumes podem transformar drasticamente seu corpo. O fato é que consumir uma alimentação saudável e rica em fibras pode realizar verdadeiros milagres por sua saúde e beleza. 

Evite alimentos industrializados e fast-food e aumente a ingestão de proteínas (carnes e ovos de preferência orgânicos), vitamina C (encontrada em laranja, acerola e limão) e gelatina (rica em colágeno), assim, diminuirá a flacidez em seu corpo. E não se esqueça de ingerir entre dois e três litros de água por dia, para que seu organismo funcione corretamente.

E como o pior inimigo da flacidez é a perda de muitos quilos rapidamente, você deve emagrecer gradativamente e de forma saudável, em média um quilo por semana, pois, mais que isso sua pele não conseguirá regenerar- se tão rapidamente e a flacidez aparecerá. E engordar rapidamente também é muito prejudicial, não somente para sua beleza, mas, também, para sua saúde.

Evite o efeito sanfona (emagrecer e engordar rapidamente), mantenha uma alimentação equilibrada diariamente e só tenha benefícios.
Exercícios físicos são obrigatórios na luta contra flacidez, você pode fazer caminhadas rápidas, correr, andar de bicicleta ou dançar, você só não pode ser sedentária. Mas, o ideal é praticar musculação, pois, como a musculação trabalha os músculos, diminuindo a gordura corporal, seu corpo e sua pele tendem a ficar mais firmes.

Usar cremes antiflacidez pode ser também uma boa opção, mas, desde que você alie o creme a atividades físicas, alimentação balanceada e ingestão de muito líquido, para irrigar muito bem seu organismo. Porém, se a flacidez for muito intensa, atualmente existem ótimos tratamentos e tecnologias.

Dra.  Silvia Regina Strazzi - CRM 57.976 – Título de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Pós Graduação no Hospital Saint Louis de Paris, França

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Observar e conviver com os animais: o que pode ser aprendido, o que pode ser ensinado

“Crer que Deus pudesse ter feito qualquer coisa sem objetivo e criar seres inteligentes sem futuro seria blasfemar contra a sua bondade que se estende sobre todas as suas criaturas” (1 Q. 607-a).

Quando observamos a natureza verificamos que ela tem algo a oferecer, a ensinar com sua beleza, harmonia e capacidade de adaptação. Os animais no seu instinto de conservação usam a sua força para se alimentar e se defender, nunca para humilhar o seu semelhante. Alguns jamais abandonam os companheiros quando estão feridos ou doentes, como os golfinhos. 

Se algum deles se machuca e corre o risco de morrer afogado, dois outros se aproximam, ficando um de cada lado para levantá-lo juntos. Ou quando envelhecem, como os elefantes. Mesmo quando uma elefanta idosa perde o posto de chefe de manada, para outra mais jovem, não perde o respeito e as atenções da família, que Ihe reconhece a experiência. 

Aprendemos também com os animais de estimação, que em tão grande número participam da rotina de muitas famílias. O primeiro aprendizado é a simplicidade, não precisam de muito para ser felizes, nos lembram de desfrutar dos momentos de cada dia. Algumas pessoas passam pela vida infelizes, porque não sabem a diferença entre o que elas precisam e o que elas desejam. Ensinam a lealdade, pois estão com os donos nos bons e maus momentos. 

Mágoas, melindres não fazem parte da vida deles, podemos observar que a repreensão não os deixam ressentidos. Demonstram afeto pelos humanos sem medo da rejeição, sem receio da critica ou de parecerem muito “melosos”. Cuidam dos filhos com zelo no período necessário e depois os deixam crescer e partir. Abandoná-los quando perdem a graça ou viram um peso, deixando-os na solidão, é ainda, atitude de alguns humanos para com os animais e para com o seu próximo. 

Por outro lado aos que cuidam, os animais retribuem com carinho e atenção, pois são tratados com amor, compreensão, paciência e tolerância. Os animais oferecem companhia e amor, sem as exigências dos seres humanos, além de aceitarem seus donos sem nenhum julgamento. Esses saudáveis e estreitos relacionamentos criam vínculos fortes e duradouros. Assim como os animais respondem ao tratamento que recebem, a vida igualmente devolve o que ofertamos.

O bem que fazemos nos faz enorme bem. “Todos os seres são iguais, pela sua origem, seus direitos naturais e divinos e seu objetivo final”. São Francisco de Assis

Jornal IEE - Sandra Dourado

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Será que arroz integral é melhor que arroz branco?

Você sabia que é mínima a diferença nutricional entre o arroz branco e o arroz integral? E que para muitos especialistas, o arroz branco é considerado uma opção mais saudável? Pois é. Os mitos no reino da nutrição são muitos e bem disseminados. Contudo, basta verificar que entre todos os povos que tem o arroz como um alimento importante em sua dieta há milênios (incluindo os chineses, japoneses, indianos... absolutamente todos), nenhum destes faz uso do arroz integral. 

Todos preferem o arroz polido, que é rápido de cozinhar e leve para digerir, não roubando energia do corpo. Uma digestão leve e fácil resulta em mais energia para pensar e viver. O arroz integral tem apenas uma parcela pequena de nutrientes a mais que o branco, mas carrega consigo vários fitatos e anti nutrientes que aderem a importantes minerais e vitaminas e prejudicam a assimilação destes. 

Em primeiro lugar, é importante compreender que o levantamento reportado pela publicação parte do princípio que o indivíduo que retira ou minimiza o glúten em sua nutrição necessariamente o substitui por arroz e farinha de arroz, na mesma quantidade e frequência com a qual o indivíduo normal ingere o trigo.

De fato, devido especialmente à poluição ambiental, comer arroz em excesso nos dias de hoje pode resultar num acúmulo de arsênico no organismo. O arsênico é um metal pesado tóxico, e seu acúmulo está relacionado com o risco elevado das doenças mencionadas. O arroz é uma planta que absorve este elemento do ambiente de uma forma mais intensiva, portanto acumulando-o.

As pesquisas referenciadas pela matéria dizem respeito a ingestão exagerada de arroz (como substituto ao trigo), especialmente o arroz integral, que pode conter quantidades elevadas de arsênico.
O problema é a dieta sem glúten? A ausência do glúten pode induzir qualquer tipo de problema? Claro que não.

O glúten é uma proteína não-essencial, ou seja, não tem uma função exclusiva na Saúde do corpo humano. Comer trigo não faz diferença positiva para o organismo, não previne doenças, não traz nenhum elemento nutritivo insubstituível que você não possa obter de alimentos superiores.

É o excesso do consumo de arroz moderno, o qual infelizmente apresenta um teor relativamente alto de contaminantes em função da poluição planetária - em especial quando integral. Este é mais um motivo pelo qual eu prefiro a opção do arroz branco bem preparado (lavado e escorrido, cozido em água com um fio de óleo de coco e azeite, refrigerado por pelo menos 12 horas para que parte de seu amido se transforme em amido resistente).

O problema é o arroz? Não. É o arsênico em excesso. É a poluição moderna.
A ausência do trigo não tem nada a ver com isto.
A sugestão é substituir trigo não por grandes quantidades de farinha de arroz (ou de milho), mas por sementes oleaginosas, fibras naturais, castanhas, legumes, verduras, frutas, ovos, leguminosas, peixes (se você não for vegetariano) - ou seja, comida de verdade.

Flávio Passos, especialista em nutrição e gastronomia saudável.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Quem diria que a Árvore da Ciência, um dia, iria nos reaproximar do Criador?

A grande maioria das escolas de medicina dos EUA, inclui em seus currículos cursos que estudam as interações entre a espiritualidade e a saúde física mental.
Médicos e cientistas de várias origens, inclusive do Rush University Medical Center, chegaram a um consenso e admitem que “pessoas que oram vivem mais, têm menos depressão e sofrem menos de estresse”.

Estudos recentes da Universidade de Columbia, New York, comprovaram que, mesmo estando na Coreia, mulheres foram curadas de esterilidade por intermédio de orações feitas nos EUA e na Austrália.
Pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina de Dartmouth constatou que “pacientes fervorosos tinham três vezes mais chances de sobreviver a cirurgias cardíacas do que os não fervorosos”.

Na Alemanha, um novo estudo realizado por psicólogos da Universidade de Saaland e da Universidade de Manheim descobriu que a oração, de fato, ajuda as pessoas a manter o autocontrole e melhora a estabilidade emocional. Descobertas anteriores haviam mostrado que, quando as pessoas se esforçam para controlar por si mesmas, suas emoções e pensamentos, aumentam o risco de explosões de agressividade e consumo excessivo de álcool ou comida.

As pessoas que se voltam para a oração “como uma  resposta de enfrentamento para as altas pressões da vida são recompensadas com o aumento da força e da capacidade de resistir à tentação”, explicam os pesquisadores.
Em outros estudos, ficou comprovada a ligação da oração com níveis reduzidos de consumo de álcool e de infidelidade. Desta vez os testes incluíam a medição de reações diante de vídeos e de testes escritos. “O breve período de oração pessoal potencializou o exercício de autocontrole”, foi a conclusão da equipe no estudo cujos resultados foram publicados no Journal of Experimental Social Psychology.

Experiências levadas a termo comprovaram a cura de muitos doentes por meio da imposição das mãos e da fé, conforme havia ensinado Jesus.
A ONU – Organização das Nações Unidas – e diversos organismos internacionais têm recomendado que, nos países pobres, onde não há assistência medica para todos, as orações façam parte do tratamento dos doentes. Até os países ricos estão incentivando essas praticas nos hospitais, porque comprovaram que, além de curas completas, os doentes que receberam orações se recuperaram mais rapidamente do que aqueles que não as receberam.

O Brasil ainda está engatinhando nesta área. Porém, a cada dia, mais e mais médicos e cientistas, inclusive ateus, têm-se convencido por milhares de casos inexplicáveis de cura e recuperação, de que há algo e “Alguém” agindo acima dos limites do conhecimento científico.

Referências bibliográficas:
Pagliarin, Juanribe  - Quando não dá mais - : descubra como  interagir com o céu para superar seus problemas na terra / ISBN 978-85-61309-00-8

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O valor de um sorriso

Um sorriso nada custa, mas vale muito.
Enriquece os que recebem, sem empobrecer os que o oferecem.
Um sorriso dura um instante apenas, mas sua lembrança pode durar a vida
inteira.
Ninguém é tão rico que possa ir adiante sem ele; e ninguém é tão pobre que
não possa se beneficiar sorrindo.
Traz felicidade para uma casa, fomenta a boa vontade no escritório e é a
identificação dos amigos.

Um sorriso é repouso para o fatigado. É incentivo para o desanimado. É
consolo na tristeza e alívio na dor. É o melhor remédio contra o mau humor.
Um sorriso não pode ser comprado, emprestado ou roubado.
Quem mais precisa sorrir é quem não tem nada para dar.
Sorria, sorria, sorria. Marion T. Phillips

segunda-feira, 31 de julho de 2017

As múltiplas funções do óleo de coco

No processo de obtenção do óleo, não são empregados solventes químicos, nem elevadas
temperaturas, portanto, seus fitoquímicos são mantidos. Isso resulta em um óleo rico em antioxidantes e, com várias propriedades funcionais, como prevenção e tratamento
de doenças cardiovasculares, retardo no envelhecimento, e função estimulante do sistema imunológico, sendo também indicado como coadjuvante nos processos de emagrecimento.

Um estudo publicado na revista Clinical Biochemistry, em 2004, destaca que o ácido fenólico é a principal substância responsável pela ação antioxidante do óleo de coco, que promove melhora da circulação sanguínea, redução dos níveis de colesterol total, LDL, VLDL e triglicérides e aumento das taxas de HDL, o chamado bom colesterol. Desta forma, também auxilia na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. 

Uma outra pesquisa, publicada em 2008 pelo American Journal of Clinical Nutrition, comparou o efeito do óleo de coco e do azeite na composição corporal. Esse estudo demonstrou redução significativa de peso no grupo que consumiu o óleo de coco associado à dieta, se comparado ao grupo que ingeriu azeite de oliva com dieta. Diversos estudos demonstraram ainda as ações do óleo de coco em casos como candidíase e gastrite bacteriana (Helicobacter pylori). 

Um estudo publicado pela American Society for Microbiology mostrou que cerca de 50% da gordura do óleo de coco é composta pelo ácido láurico que, ao ser ingerido, se transforma em uma substância de ação antibacteriana, antifúngica, antiviral e antiprotozoária. É, também, um potente imunomodulador. Como é um alimento de baixo potencial alergênico, o óleo de coco, de maneira geral, não possui contra indicações quando consumido em uma quantidade de 30ml a 45ml (duas a três colheres de sopa por dia). 

Recomenda-se começar seu consumo com uma pequena quantidade (equivalente a ½ colher de sopa) e ir aumentando o consumo gradualmente. O consumo excessivo pode levar a diarréia, que cede com a continuidade do uso. O óleo de coco também pode ser utilizado para finalizar pratos quentes, já que é estável quando submetido a altas temperaturas. 

Além de ser ingerido, o óleo de coco é utilizado com finalidades cosméticas. Como não possui conservantes, ou substância química alergênica, garante o aporte de antioxidantes na pele, atua como excelente hidratante, protetor solar natural e promove a melhora da elasticidade cutânea, conferindo uma aparência mais jovem e sadia. 

É hidratante, condicionador de cabelo, previne a queda e cabelos grisalhos é muito comum na Índia, Indonésia e Filipinas. É matéria prima de uso comum nas indústrias de cosméticos desses países. Pode atenuar rugas finas, ajudar a prevenir estrias gravídicas e é excelente hidratante do corpo. O óleo de coco possui absorção cutânea, não obstruindo os poros. É utilizado como óleo de massagem pela Medicina Ayurveda da Índia há quase 3 mil anos.


Jornal Mercado, Empresas & Cia. – Aditivos Ingredientes / Bambamel

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Poderosos antioxidantes

Como o próprio nome diz, antioxidantes são substâncias capazes de agir contra os danos normais causados pelos efeitos do processo fisiológico de oxidação no tecido. Nutrientes (vitaminas e minerais) e enzimas (proteínas no corpo que ajudam as reações químicas) são antioxidantes. Acredita-se que os antioxidantes ajudam na prevenção do desenvolvimento de doenças crônicas, como o câncer, doenças cardíacas, derrame, Mal de Alzheimer, artrite reumatoide e catarata.  A seguir, veja alguns exemplos de poderosos antioxidantes:

Cacau - extra amargo: 75 a 85% de cacau.
Sua poderosa ação antioxidante ao organismo neutraliza os efeitos de danos celulares causados pelos radicais livres (advindos do estresse, má alimentação, poluição, inflamações, obesidade). Eleva os níveis de serotonina, dopamina e feniletilamina no sistema nervoso central, gerando aquela sensação de bem estar. Contém substâncias, como a 2-feniletilamina e a N-aciletanolamina, que agem no sistema nervoso central, mais precisamente nos receptores que estimulam a vontade de comer doce; e dessa maneira conseguimos controlar o desejo por açúcar mais facilmente. Estimula a liberação de endorfinas e a elevação da disposição mental, devido à presença das aminas biogênicas, melhorando o humor e os quadros de depressão.

Castanha-do-pará
Também conhecida como Castanha-do-Brasil e castanhada-Amazônia, é rica em proteínas e calorias. Tem minerais como fósforo, potássio e vitamina B, além de ferro, selênio e zinco.
O que a castanha-do-pará oferece de substancial ao organismo humano é o alto teor de proteínas, lipídios, e vitaminas de grande valor nutritivo. Apenas três amêndoas podem constituir uma refeição, face à quantidade e à qualidade dos ácidos aminados que possui. Por isso, é comumente chamada de “carne vegetal”.

Mirtilo
Rica em fibras (pectina), antioxidante (bio-flavonóides), sais minerais (zinco, ferro, potássio e magnésio), pectina, tanino. Estimula a circulação sanguínea, reduz a taxa de açúcar no sangue, melhora a visão noturna e previne a vista cansada, combate os radicais livres e o mau colesterol (LDL), atua na memória e tratamento de inflamação da boca e laringe . Protege o cérebro dos efeitos de deterioração cerebral associados à doença de Alzheimer.

Amora-preta
A amora-preta “in natura” é altamente nutritiva, contendo 85% de água, 10% de carboidratos, elevado conteúdo de minerais, de vitaminas do complexo B, vitamina A e cálcio, alguns constituintes químicos como o ácido elágico, compostos fenólicos e pigmentos naturais. Sua coloração está relacionada com o alto teor de pigmentos antioxidantes, como antocianinas, carotenoides, compostos fenólicos e tocoferóis, que contribuem para a prevenção de diversos tipos de doenças. Estes antioxidantes naturais estão associados à reversão de danos celulares causados pelos radicais livres, ajudando a prevenir algumas doenças como câncer, doenças cardíacas e derrames.

Romã
Apesar de colhida o ano todo, é no mês de dezembro que a romã entra na sua safra, período perfeito para desfrutar de suas propriedades. Aliás, quando se fala de seus benefícios, o que chama atenção é a sua altíssima quantidade de antioxidantes, que supera o vinho e o chá verde. De acordo com a nutricionista Thais Farhat Siqueira, a romã também é rica em cálcio, ferro, potássio, fósforo, magnésio e sódio, além de vitamina A, B6, C e E, fítonutrientes, substâncias que ajudam a proteger o corpo contra doenças cardíacas, diabetes, artrite, reumatóide e câncer.

Pesquisa:
Neela Kalvala Macedo Nutricionista - Prefeitura Municipal de Paraibuna Diretoria de Educação
Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Revista dos vegetarianos (características da romã), pág.29

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