quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Natal – um grande milagre

Observo a rua, sem árvores, como se tivessem sido engolidas pela selva de cimento. Por onde, pessoas de olhares apressados caminham com passos largos, impacientes, rumo ao seu destino definido.

O silêncio é quebrado pelo som da musica que paira no ar. Com voos rasantes, pássaros exibem suas manobras, no céu azul, mostrando-se dominadores das alturas, nas asas da liberdade.

Já é Natal! O momento toca o meu coração. Como se quisesse tomar consciência do que existe e do que se passa em nós. Cresce o nosso corpo e com ele o nosso coração, cresce o nosso cérebro e com ele as nossas idéias. No mundo, desde a matéria, até o animal e o homem, tudo evolui. Tudo tem um sentido preciso, tudo cresce e se desenvolve para o lado melhor (acredito).

Conhecer o mundo e a nós mesmos quer dizer descobrir o modo de seguir melhor a corrente. Quem não se lembra das brincadeiras de criança? Nos labirintos da minha mente, recordo as semanas que antecediam o Natal. Fazia barquinhos de papel e os levava ao riacho ou córrego, para navegar. Ficava olhando... Muitas vezes depois de alguns metros o barquinho parava, preso num redemoinho, ou ia esbarrar na areia, ou era detido por um obstáculo. Movia-se ao léu...

Era preciso conhecer suas manobras, para triunfar! 
O mesmo acontece conosco. Conhecer-se a si mesmo para triunfar! Não importa quantas vezes durante o percurso da vida formos derrubados por algum obstáculo, e sim, o tempo de nos levantarmos, como um poderoso exército de oração! Existe um tempo de renovação, uma nova chance para triunfar!

Mais um ano que finda, mais um recomeço, de coragem, humildade!
Resgatar o verdadeiro sentido do Natal, um grande milagre, de que Jesus veio ao mundo como Pão para nossa fome, Água da vida para nossa sede e Luz para as nossas trevas.

A todos que por aqui passam, aos apreciadores, aos amigos do blog, um Feliz Natal e um Ano Novo de paz, de um alvorecer cheio de Luz! (San)

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Bacalhoada “vegana”

Ingredientes
Para os "peixes" veganos:
1 bloco de tofu firme
Folhas de alga nori
1/2 cebola picadinha
Suco de 1/2 
limão
Sal a gosto

Para a "bacalhoada":
3 
batatas grandes cortadas em rodelas
Tomates em fatias
Cebolas em rodelas
Alho picado
Azeitonas pretas sem caroço
Pimentão verde em rodelas
Azeite

Preparo:

Pré-cozinhe as batatas em água e sal para reduzir o tempo de forno posteriormente. Enquanto isso, coloque a peça de tofu em um recipiente e amasse-o com as mãos, até ficar todo esmigalhado. Acrescente a cebola, o suco de limão e sal a gosto e amasse mais um pouco para agregar os ingredientes. Em seguida, coloque uma quantidade de tofu no centro da alga (imagem abaixo) e dobre os dois lados da mesma sobre ele (a umidade do tofu fará com que a alga fique grudada). Repita o procedimento até utilizar todo o tofu. Reserve.

Forre o fundo de uma travessa com fatias de tomate e polvilhe com uma pitada de sal. Sobre o tomate, coloque os "peixes" veganos e regue generosamente com azeite.


Sobre eles, faça uma camada com rodelas de batata. Sobre a batata, faça uma camada de cebola em rodelas e alho picado a gosto. Regue com azeite. Espalhe as azeitonas fatiadas sobre a cebola e em seguida as rodelas de pimentão. Regue com azeite.




Forme mais uma camada de batatas, outra de cebola, azeitonas a gosto, pimentão e finalize com tomate picado. Regue com bastante azeite e polvilhe uma pitada de sal. Cubra com papel alumínio e leve ao forno preaquecido a 200º C por 35-40 minutos.



Receita do chef vegano André Vieland

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Pão doce de Natal (vegan)

Ingredientes:
Pão:
2 copos de água morna
¾ de copo de óleo
1 pacote de fermento biológico seco
8 colheres (de sopa) de açúcar
1 pitada de sal
Farinha de trigo até dar liga (fui colocando até a massa ter a consistência desejada, foram mais que 500g e menos de 1kg)
Cobertura:
1 e 1/2 xícara (de chá) de açúcar
1 vidrinho de leite de coco (caso quiser o pão mais sequinho, use apenas metade)
um punhado de uvas passas
um punhado de frutas cristalizadas

Modo de preparo:

Em uma vasilha coloque a água, o óleo, o fermento, o açúcar, o sal e adicione a farinha aos poucos até a massa ter a consistência ideal, que é desgrudar do fundo, porém continuar elástica. Cuidado para a massa não ficar seca nem dura.

Unte uma assadeira (com cerca de 30cm de diâmetro) com óleo vegetal, faça bolinhas do tamanho da palma da mão e disponha sobre ela, lado a lado para dar o formato de rosca.
Cubra a assadeira com um guardanapo seco e deixe a massa descansar até aumentar, no caso foram 15 minutos.


Asse em forno médio pré-aquecido por 25 minutos ou até dourar.
Enquanto o pão assa, faça a cobertura. Em uma vasilha misture o açúcar, o leite de coco, as uvas passas e as frutas cristalizadas.
Retire a assadeira do forno, mas mantenha-o ligado.  Jogue a cobertura sobre o pão e devolva-o ao forno. Asse até a cobertura secar e cristalizar sobre o pão. Está pronto!!

Preço médio da receita: 9,00
Rendimento médio: serve em média 8 pessoas
Dificuldade: fácil
Tempo de preparo:  cerca de 1 hora
Receita Vegana

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Doenças e a explicação

Amigdalite: emoções reprimidas, criatividade sufocada.
Anorexia: ódio ao externo de si mesmo.
Arteriosclerose: resistência. Recusa em ver o bem.
Artrite: crítica conservada por longo tempo.
Asma: sentimento contido, choro reprimido.


Bronquite: ambiente família, inflamado. Gritos, discussões.
Câncer: magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
Colesterol: medo de aceitar a alegria.
Derrame: resistência. Rejeição a vida.
Diabetes: tristeza profunda.
Diarreia: medo, rejeição, fuga.


Dor de cabeça: autocrítica, falta de autovalorização.
Enxaqueca: medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
Fibromas: alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
Frigidez: medo. Negação do prazer.
Gastrite: incerteza profunda. Sensação de condenação.


Hemorroidas: medo de prazos determinados. Raiva do passado.
Insonia: medo, culpa.
Meningite: tumulto interior. Falta de apoio.
Nódulos: ressentimento, frustração. Ego ferido.
Pele (acne): individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
Pneumonia: desespero. Cansaço da vida.


Pressão alta: problema emocional duradouro não resolvido.
Pressão baixa: falta de amor em criança. Derrotismo.
Prisã
o de ventre: preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente..
Pulmões: medo de absorver a vida.


Quistos: alimentar mágoa. Falsa evolução.
Resfriados: confusão mental, desordem, mágoas.
Reumatismo: sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
Rinite alérgica: congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
Rins: crítica, desapontamento, fracasso.


Sinusite: irritação com pessoa próxima.
Tiroide: humilhação.
Tumores: alimentar mágoas. Acumular remorsos.
Úlceras: medo. Crença de não ser bom o bastante.
Varizes: desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.


Bambamel Natural

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Batata-doce – Previne o ganho de peso

Depois de colocar o arroz no prato, quem já não se deparou com a difícil tarefa de resistir á batata? 

Mas carboidrato com carboidrato significa mais açúcar no organismo e, portanto, possibilidades maiores de aumento de peso. 

No entanto, a boa noticia é que a batata-doce oferece um índice glicêmico menor e tem uma composição nutritiva mais rica do que a do tipo inglês.

Ela tem cinco vezes mais cálcio do que a batata-inglesa, sem contar que também oferece mais potássio e fibras. Com essas substâncias, os ossos, os músculos e o intestino são favorecidos. 

Entre as propriedades do alimento também estão o fósforo, que dá disposição, a vitamina A, que ajuda os olhos, os cabelos e a pele, a vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, e a vitamina E, um potente antioxidante que combate as doenças cardíacas e o envelhecimento. 

Entretanto, o seu principal nutriente é mesmo o carboidrato. Por isso, ela é muito consumida entre os esportistas, já que dá energia. E tem uma vantagem: de acordo com estudos científicos americanos, a liberação no sangue de glicose e de insulina, o hormônio que controla o açúcar, depois da ingestão da batata-doce, é mais lenta e contínua, o que previne o ganho de peso.

Recomenda-se o consumo de uma porção do alimento cozido com um pouco de açúcar antes do exercício físico.

Confira uma receita deliciosa:

Batata-doce aos murros em crosta de azeitonas
Ingredientes:
4 batatas-doces
300g de azeitonas pretas
160ml de azeite
10g de tomilho picado
2 abacates do tipo avocado
Sal a gosto
Pimenta a gosto
300ml de óleo de canola
1 gema de ovo
Gotas de limão 
80g de rúcula
20g de endro
10g de cebolinha
160g de tomate do tipo cereja
 20ml de suco de limão

Modo de preparo:
Para a salada, misture 60ml do azeite e o suco de limão. Reserve. Higienize a rúcula e corte os tomates ao meio. Tempere as folhas com o molho de azeite e limão e acrescente a cebolinha.

Para fazer a crosta de azeitonas, retire os seus caroços e pique-as. Junte o restante do azeite, o tomilho picado e reserve. Faça uma maionese com os dois abacates. Descasque-os e coloque-os no processador. Em seguida, passe a pasta que se formou em uma peneira. No liquidificador, jogue os abacates com a gema de ovo, o sal, a pimenta e as gotas de limão. 

Acrescente o óleo de canola aos poucos, com o liquidificador ligado. Reserve. Para preparar as batas-doces, cozinhe-as com a casca. Com a ajuda de um pano, aperte cada uma delas com a mão até que fiquem baixinhas, mas não esmigalhadas. Espalhe uma colher da crosta de azeitonas em cima. Em uma frigideira bem quente, doure as batatas – primeiro o lado da azeitona. Enfeite o prato com a maionese, disponha a batata-doce, finalize com a salada e decore com o endro.

Créditos: Imagem e receita: Chefe Felipe Mirasierras, do restaurante Praça São Lourenço (www.pracasaolourenco.com.br)

Créditos: Revista daHora dezembro 2012

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tabule

2 pés de alface
Salsinha picada a gosto
Trigo para Kibe lavado e coado a gosto
Tomates médios picados a gosto
Hortelã picada a gosto
1 cebola grande picada
Suco de 2 limões
Azeite e sal a gosto
1 pepino sem casca cortado em cubinhos.
Adiciono nozes, castanhas do Pará picadas a gosto.

Modo de Preparo:
Coloque o trigo de molho em água por, no mínimo, uma hora e meia.
Lave bem a salsinha e a hortelã, pique e reserve.


Depois de lavada, corte em tiras finas 1 pé de alface.
Num recipiente, misture o tomate, a cebola, o trigo, o sal, o suco de limão, o azeite, as nozes, as castanhas e acrescente a alface, a salsinha e a hortelã. 
Enfeite o fundo da travessa com o restante das folhas de alface e coloque a mistura por cima. 

Como o sabor é a única regra, você pode alterar os temperos, de preferência sempre frescos e até adicionar uma maçã ralada. 

Bom apetite!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Como sair da depressão

Segundo projeções da Associação Mundial de Psiquiatria, em 2020 a depressão será a segunda doença mais comum no mundo, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares.

A depressão é uma desordem afetiva, em que a pessoa sente persistente tristeza ou vazio, perda de interesse pela vida, sentimentos de culpa, dificuldade de concentração e memória e diminuição de energia. 

Algumas pessoas têm, inclusive, idéias suicidas quando parece não mais haver saída ou esperança de melhora.

A primeira opção de tratamento que as pessoas buscam são  os antidepressivos, como a fluoxetina e a venlafaxina. Em geral, eles apresentam efeitos adversos e não resolvem o problema em todos os casos.

Não importa quais forem as causas, a depressão tem solução. Porém, muitas vezes o segredo não está na farmácia ou no médico, mas numa maneira diferente de enxergar o sentido da vida e na resolução das causas e conflitos emocionais. 

A primeira coisa a ser feita é eliminar da mente os pensamentos negativos. Procure se concentrar nas coisas boas da sua vida. 

Pessoas deprimidas tendem a concentrar a sua atenção e energia em pequenos pontos negativos e torna-los muito maiores do que verdadeiramente são. Segundo, procure pensar em Deus e nos outros. 

Tire o foco de você e faça o bem a alguém. Terceiro, lembre-se que a vida tem sentido, existem pessoas que gostam de você, vale a pena viver e há esperança! 
Para Deus, você é muito importante. Ele tem um plano especial para a sua vida. Para descobri-lo, você precisa buscá-lo.
A dieta também influencia a saúde mental. Recentemente pesquisadores de Londres provaram que a comida processada e rica em gordura aumenta o risco de depressão em 58%. 

Pessoas com uma dieta rica em vegetais e frutas frescas têm chances menores de apresentar os sintomas.

Inclua os seguintes alimentos na dieta: arroz integral, repolho, couve, castanha do Pará, abóbora, feijão, frutas integrais e verduras cruas. Exponha-se ao sol 15 minutos por dia. 

Faça caminhadas ao ar livre. Se você não sente vontade para dar os primeiros passos, peça para alguém acompanha-lo (a).

A erva de São João (Hypericum perforatum) é ótima alternativa aos antidepressivos em casos de depressão leve a moderada, com eficácia comprovada e menos efeitos adversos. Entretanto, não é recomendado usa-la em combinação com outros antidepressivos e sem recomendação médica. 

E o mais importante: aprenda a lidar com os sentimentos. Sinta os sentimentos, mas sem deixar que eles o (a) dominem. Busque a paz com Deus e com as pessoas. 

Perdoe-se a si mesmo (a) e aos outros. Tenha paciência... Dias melhores virão!

Créditos: Dr. Luiz Fernando Sella

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Acidez estomacal

É o excesso de sucos digestivos no estomago, entre os quais se encontra o ácido clorídrico. Esses sucos podem refluir, subindo ao esôfago, ocasionando as chamadas azias que provocam a sensação de ardência no esôfago.

Manifesta-se como sensação de acidez e dor no estômago. Em algumas ocasiões esse ácido sobe ao esôfago e pode produzir um forte mal-estar (azia).

Quando isto é frequente, pode-se apresentar retenção de líquidos, tendência a artrite reumatoide  dor de cabeça, sensibilidade dos dentes ao vinagre e a frutas ácidas.

Evitar: nervosismo, estresse, angústia, café, chá preto, farinhas e açúcares refinados, chocolates, refresco, pimenta, álcool, carnes vermelhas e aspirinas.

Tratamento:
Não comer demasiadamente e mastigar a refeição lentamente, comenta o Dr. Samuel Klein, da Universidade do Texas.

A alfafa em forma de suco, ou em tabletes, pode ajudar devido a seu poder altamente alcalino.

O gengibre também é um elemento de grande ajuda para absorver a acidez estomacal. Inclua em suas refeições alimentos alcalinos como a tâmara, o milho tostado, mamão papaia e a maçã cozida.

Não se deite depois de comer, já que isto ajudará a que os sucos gástricos subam com facilidade para o esôfago e para a garganta.

Se for para se recostar, mantenha a cabeça em posição elevada. É recomendável não se deitar antes de duas horas e meia após as refeições.

Eliminar os produtos que produzem acidez: bebidas com cafeína, como café, o chá preto, os refrescos de cola. 

Além desses, o ”chilli”, a pimenta, cacau, os empadões de farinha, as carnes vermelhas e as massas. Assim como o cigarro, refrescos gasosos, já que estes expandem o estômago e abrem o esfíncter (válvula que conecta o estômago com o esôfago).
Eliminar os alimentos fritos e gordurosos.

Importante: antes de qualquer alimento, coma primeiro as frutas e os sucos 30 minutos antes das refeições, porque se fizer o contrário, os alimentos poderão não ser digeridos rapidamente e se fermentarão ocasionando problemas digestivos e de acidez. 

O descuido com a acidez pode ocasionar úlcera estomacal.
Elimine o estresse e o nervosismo de sua vida, já que esse é um dos principais causadores da acidez, da gastrite e da úlcera. Não esqueça de consultar o seu médico.

Créditos: livro “Saúde e Bem-Estar” (através de elementos naturais)  

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Insônia – Quanto dormir?

Principais causas: estresse, alterações emocionais, depressão, ansiedade, arteriosclerose, hipertensão entre outras.

Conselhos: evite bebidas alcoólicas, fumo, café, chá-preto e alimentação “pesada” à noite. Faça caminhadas matinais, ou exercícios físicos leves.

Todo mundo diz que um adulto precisa dormir 8 horas por noite. Será assim para todos? O Dr. Peter Hauri garante que não. 

Ele afirma que cada pessoa sente necessidade de dormir uma determinada quantidade de horas por noite, e que isso é variável de uma pessoa pra outra. Em seus estudos, ele relata o caso de uma enfermeira americana de 70 anos de idade que dormia apenas uma hora por noite. 

Não cochilava durante o dia e achava um absurdo que as pessoas gastassem tanto tempo de suas vidas dormindo. Durante o dia ela era muito ativa e não demonstrava cansaço, embora dormisse tão pouco desde que era criança.

A tese do Dr. Peter Hauri é que cada pessoa precisa de uma quantidade especifica de horas para descansar. Alguns se satisfazem com poucas  horas, enquanto outros necessitam de até 12 horas de sono. Não há quantidade de horas de repouso comum a todas as pessoas. Mas se o seu organismo pede 8 horas de repouso, não o prejudique dormindo menos do que o necessário.

Tratamento
Tomar 4 xícaras de chá de erva-cidreira, camomila, poejo ou laranja diariamente. Use 20 gramas de folhas para 1 litro de água.

Maracujá – tomar 250ml de suco de maracujá adoçado com mel de abelhas, diariamente.
Alho – tomar água de alho. Amassar três dentes de alho e colocá-los de molho em 400ml de água durante seis horas. Coar e beber uma xícara de três em três horas.
Alface – tomar chá de alface diariamente. Durante o dia, tomar 3 copos de 200ml. À noite, tomar  1 xícara, morno e adoçado com mel de abelhas. Use 40 gramas de folhas e talos para 1 litro de água.

Créditos: livro “Saúde e Vida” de F. Oliveira

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dolomita – o maravilhoso pó branco da longevidade

A Dolomita é um mineral - uma rocha cuja composição básica é o cálcio e magnésio. 

Este mineral foi descoberto por um geólogo mineralogista francês chamado Deodat Dolomieu (de onde vem o nome Dolomita), que viveu entre 1780 e 1801, descobriu e estudou a Dolomita nos Alpes Tiroleses, na Itália. 

Desde então, este mineral vem sendo estudado e seu uso aperfeiçoado pelos mais renomados pesquisadores no mundo. No Brasil a maior jazida de Dolomita está no norte do Estado do Paraná.

Na forma em pó, misturada com água para o uso externo forma uma pasta e tem uma ação penetrante nos poros, neutralizando rapidamente a acidez da área aplicada. O resultado é percebido na mesma hora devido ao alívio das dores e desconfortos nos casos de problemas como queimaduras de sol, de água ou de óleo. 

A Dolomita é recomendada em lesões que envolvem tecido conjuntivo ou muscular como contusões, hematomas, escoriações. 

Também pode reduzir processos inflamatórios em caso de acnes, e ajuda na remoção dos cravos. 
Naturalmente, estão na proporção adequada, favorecendo a absorção e fixação do cálcio e magnésio, elementos fundamentais para o organismo. Age diretamente na recuperação da massa óssea e muscular suplementando a carência de cálcio e magnésio, contribui para a cura de inflamações como: artrite, artrose, bursite, gota, reumatismo e tendinite. 

Recomendada nas colites, enjoos  azia, acidez, dor estomacal, digestão lenta, intoxicação alimentar, diarreias, mau hálito, gastrite e úlceras. No desgaste físico e mental.

Possui ação anti-séptica, higieniza a boca, desinflama as gengivas, evita cáries, elimina tártaro, clareia e fortalece o esmalte dos dentes.
Melhora o desempenho do coração, diminuindo a pressão sanguínea e evitando tromboses.


Além de seu efeito curativo, se tomado de forma regular, atua como um extraordinário preventivo fortalecendo e tornando imune nosso organismo a uma série de doenças, como consequência aumentando a nossa longevidade.


Uso interno:
Em pó: Uma colher de chá ao dia, ingerida em água, sucos, ou refeições.
Em cápsulas: Duas cápsulas ao dia após almoço e jantar.

Uso externo: Na forma de creme ou pasta
Modo de preparar: Despejar o pó em um recipiente, acrescentando água filtrada ou mineral, mexer até obter uma massa cremosa e homogênea aplicando três vezes ao dia no local afetado. 

Bambamel Natural - Informações recebidas dos fornecedores

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vitaminas em excesso

Quem não sabe que a diferença entre o remédio e o veneno está na quantidade de uma substância consumida? 

E a sabedoria popular mais uma vez se aplica às comprovações científicas. Embora sejam vitais para o organismo, as vitaminas só são boas se ingeridas nas doses recomendadas. Caso contrário, tornam-se tóxicas e têm efeitos opostos e nocivos à saúde. 

Estudos estimam que nos países desenvolvidos cerca de um terço da população adulta faz uso de suplementos vitamínicos regularmente e por conta própria – que justifica o uso do termo vitaminocultura. 

A má notícia é que essa prática indiscriminada pode ter consequências graves, como o surgimento de doenças cardíacas e a piora de câncer de próstata.
Pense nisso: para pessoas saudáveis, que têm uma alimentação balanceada, o consumo de suplementos vitamínicos é raramente necessário.

Quando necessários, devem ser prescritos por nutricionista ou médico.

Em excesso...
Ácido Fólico: aumenta a frequência  de crises convulsivas em epilépticos e pode piorar lesões neurológicas em indivíduos com deficiência de vitamina B12.
Vitamina A: amarelamento das palmas das mãos, sonolência, irritabilidade, cefaléia e vômito.
Vitamina B6: lesa gravemente os nervos, destruindo parte da medula espinhal.
Vitamina C: diarréia, formação de cálculo renal e alteração do ciclo menstrual.
Vitamina D: altera os níveis de sangue e a concentração de cálcio nos rins.
Vitamina E: aumenta o risco de câncer de próstata.
Niacina: causa rubor intenso, lesão hepática, distúrbios cutâneos, gota, úlceras e redução da tolerância à glicose.

Dose certa:
Consumo de vitamina recomendado para adultos por dia, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Vitamina A – 800mcg
Vitamina C – 60mg
Vitamina D – 5mcg
Vitamina E – 10mg
Vitamina K
Homens – 120mcg
Mulheres – 90mcg
Vitamina B1 (Tiamina) – 1,5mg
Vitamina B2 (Riboflavina) – 6mg
Niacina – 16mg
Vitamina B5 (Piridoxina) – 2mg
Vitamina B12 – 2,4mcg
Ácido fólico – 0,4mg

Créditos: Revista “O Poder das Vitaminas”

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aprenda a preparar um molho de tomate sem acidez

Sempre que prepara um molho de tomate ele fica ácido? Com certeza alguém já lhe ensinou que o truque é inserir uma pitada de açúcar que tudo se resolve. 

Na prática, sabemos que não é bem assim. Outros ingredientes podem contribuir para que a acidez do tomate seja retirada e seu molho fique levinho.

O primeiro passo é escolher o tomate certo. Evite molhos prontos, extratos e qualquer outro tipo de enlatado derivado do tomate – neste caso, a exceção vale para o tomate pelado, que é fruto inteiro, in natura, enlatado.


O ideal para o molho é usar o tomate fresco, de preferência o tipo italiano, que possui menos acidez. Escolha tomates maduros, sem machucados ou que estejam amassados. Todos devem estar bem vermelhos.


O preparo de um bom molho de tomate é demorado, mas não é difícil! Comece lavando os tomates e fazendo um corte em cruz, superficial, no topo do fruto. 

Passe-os em uma panela de água fervente, por trinta segundos e depois em água fria. Isso ajudará a retirar a pele dos tomates sem perder a polpa. 
Em seguida corte-os em quatro partes, retire as sementes, e termine de picar os pedaços em cubinhos. Numa panela, refogue uma cebola picada em azeite e adicione uma cenoura ralada. Coloque os tomates em cubos, abaixe o fogo, tampe e deixe lá cozinhando. De vez em quando, mexa o molho e adicione um pouco de água para que o molho não queime. 

Este molho deve cozinhar pelo menos três horas, em fogo baixo. É este cozimento que irá acabar com a acidez e que dará corpo ao molho. Se quiser, pode adicionar algumas latas de tomate pelado picado, que dão bem menos trabalho. Somente ao final do cozimento, que o molho pode ser temperado com os temperos de sua preferência.

Bambamel Natural

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Dicas para saber se o mel é puro

É importante saber que o único modo seguro para se ter certeza de que um mel é puro, é por meio de análises laboratoriais físico-químicos e microscópicas. Mas aqui vão algumas dicas:

Nas casas comerciais, principalmente nos supermercados, procurar pelo selo e número do SIF (serviço de Inspeção Federal), concedido pelo Ministério da agricultura, no rótulo a marca e os ingredientes para ver se não há algum aditivo, que as empresas são obrigadas a declarar.

Provar o mel é o mais importante para verificar se o sabor é autêntico.

Testes simples:
Misturar 1 colher de mel e 1 colher de água, mexer bem e pingar 3 gotas de lugol (solução de iodo 2%, à venda em farmácias). Misturar e verificar a cor. Se escurecer, é porque há amido no mel, e, portanto, ele não é puro.

Pingar o mel na água; se o mel for impuro, ele vai dissolver na água. O aditivo mais comum para o mel é melado de cana de açúcar, que dissolve. 

Se o mel for puro, ele vai ficar junto, e afundar como uma gota firme no fundo do copo.
Pegar um isqueiro e uma vela com pavio de algodão. Mergulhar o pavio do mel e retirar um pouco do excesso. Tentar acender o pavio. Se queimar, o mel é 100% puro. Se demorar para queimar, a presença da água dificulta o acendimento do pavio, mostrando adulteração por acréscimo de água.

Derramar algumas gotas de mel em papel borrão e ver se á absorvido. Se for absorvido, o mel não é puro. Se não tiver papel borrão, derrame um pouco em um pano branco, e lave o pano. Se houver mancha de mel, provavelmente ele não é puro.

Misturar partes iguais de mel e uma bebida destilada forte (como aguardente de boa qualidade) e mexer bem. O mel puro assenta no fundo do recipiente; já o impuro é dissolvido e deixa a mistura leitosa.

Mel puro é aquele que cristaliza?
Em geral sim, mas não é a regra. Dependendo da florada ou da temperatura a que o produto foi exposto, e o que o mel começa a solidificar em torno da temperatura de 14ºC.

De qualquer modo, a cristalização do mel ajuda na garantia da pureza do mesmo, podendo ser utilizado desse modo sem perda de nenhum de seus benefícios, mas a dica é que o mel puro cristaliza de forma homogênea, de baixo para cima e não por inteiro no recipiente.

Créditos: livro “Mel – Uma vida doce e saudável”  (Dr. Marcio Bontempo – médico homeopata, especialista em saúde pública).

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Flatulência e os alimentos

Essa condição é bastante comum com muitas pessoas. Há diversos tipos de fibras nos alimentos, mas as três que mais chamam atenção quando o assunto é gases são a rafinose, estaquinose e a verbascose. 

O trato digestório humano não tem enzima (alfa-galactosidase) para digerir esse tipo de fibra, que pode chegar intacta ao intestino grosso servindo de substrato para a fermentação bacteriana.

O fato interessante é que o próprio feijão contém essa enzima, que pode reduzir o teor dessas fibras do feijão, desde que ofereçamos condições para ativá-la. Deixando-o de molho em água por cerca de 10 horas. A água que o feijão ficou de molho contém teor de rafinose cerca de (25%) e estaquiose e verbascose (40%). Por isso, a água deve ser descartada. Essa redução já costuma ser suficiente para reduzir os gases.

O feijão tem outros elementos que chamamos de fatores antinutricionais, como os fitatos e taninos, que podem influenciar na formação de gases. Os fitatos são reduzidos quando deixamos o feijão de molho por cerca de 12 horas. 

Se uma proteína ou carboidrato não é bem digerido, ele chega ao intestino grosso e será fortemente fermentado pelas bactérias, gerando muitos gases.
O tanino é um tipo de polifenol, substância que algumas plantas produzem para ficarem com sabor desagradável para alguns insetos e parasitas. No nosso organismo, pode ter efeito na prevenção do câncer, mas nutricionalmente podem dificultar a digestão de proteínas, carboidratos e minerais. Não é problema  ingerir um pouco de fitato e tanino, pois eles têm efeito de proteção contra o câncer. 

Só não é recomendado ingerir quantidades elevadas devido à redução de absorção dos outros nutrientes. Se o feijão ficar de molho, além de ativar uma enzima que elimina a formação de gases, será possível remover substâncias antinutricionais.

As regras são as seguintes:
Deixe o grão de molho em água, em temperatura ambiente, por 8 a 12 horas. Se estiver quente, mata o grão e o processo de início de germinação não ocorre, mantendo os mesmos níveis de fitato e demais elementos. Se a água estiver gelada, o processo fica mais lento.

Despreze a água em que o feijão ficou de molho porque as substâncias causadoras da flatulência estarão ali.

Cozinhe o feijão apenas com água e um pouco de sal. Se gostar, adicione folhas de louro ou cominho. Não use óleo no feijão! O óleo não é recomendado nem para fritar alho ou cebola antes.

Após o cozimento ter amolecido o feijão (cerca de 30 minutos em panela de pressão), desligue a panela e espere a pressão baixar para poder adicionar os demais temperos.

Dê sabor ao feijão usando talo de salsão (dá um sabor bem diferenciado ao feijão), cenoura, abobrinha, legumes que gostar e temperos (inclusive alho ou cebola).
Feche a panela e cozinhe por mais 10 minutos. Está pronto!

Deixar o feijão de molho antes de cozinhá-lo e não usar óleo durante o cozimento ajuda muito na redução de gases. Além disso, evite adicionar óleos na própria refeição que estará utilizando o feijão em maior quantidade. 

O óleo é o nutriente que mais lentifica o processo digestivo. 
Assim, juntar um elemento altamente gorduroso com outro altamente proteico afeta o esvaziamento gástrico e piora o processo digestivo.

Créditos: Dr. Eric Slywitch – médico especialista em nutrologia, nutrição enteral e parenteral. Especialista em nutrição vegetariana.
Revista dos vegetarianos – novembro de 2012
Imagem freepik

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Os segredos do curry

Muito utilizado na culinária asiática, ele vem se tornando cada vez mais popular e por onde passa encanta paladares...

9 formas de utilizar o curry para deixar seus pratos mais saborosos:


Substituto do sal: tempere carnes, mariscos, legumes e arroz com ele e elimine o sal do preparo.


Bom até com frutas: corte as peras ao meio. Com a polpa, faça um recheio de gorgonzola, nozes e curry.


Aperitivo diferente: leve ao forno damascos secos, avelãs, amendoim, uvas-passas embebidas em cerveja, castanhas-do-brasil e de caju. Coloque curry e sirva!


Casamento perfeito: o curry é um excelente ingrediente para acrescentar no seu chocolate quente.


Purê com peixe: cozinhe maçãs e bata a polpa com curry para criar um purê delicioso e acompanhar pratos de peixe e carne branca.


Mistura com maionese: patês de sardinha podem receber uma pitada do tempero para diminuir o gosto forte do peixe. Também fica ótimo misturado à maionese.


Para comer com vinho: pratos à base de peixe e carne branca com curry combinam bem com vinhos aromáticos.


Toque vegetariano: o condimento em pó combina com queijos e ovos e fica ótimo com tofu. Dá um toque especial às comidas vegetarianas.


Batatas ao forno: inclua o curry para temperar batatas e, em seguida, as leve para assar. Elas ficam com uma coloração linda e um sabor bem mais apurado.


Você sabia que o curry não é uma especiaria?

Contrariando a crença popular, o curry é uma mistura de vários tipos delas tostadas com ervas aromáticas que, em seguida são reduzidas a pó. Dependendo da dose de cada um desses componentes, o curry assume um sabor mais ou menos picante.


Segredo da longevidade: a curcumina, pigmento que dá a cor ocre ao curry, protege os neurônios de doenças degenerativas e é o segredo da longa vida na Índia. No país, as doenças de Alzheimer e Parkison afetam sete vezes menos a população que nos EUA. Além disso, o consumo do curry é benéfico para quem sofre com inflamação crônica do intestino ou fígado.


Mix de ingredientes: o curry é composto basicamente por gengibre, pimenta dedo-de-moça, pimenta vermelha, canela em rama, cominho, pimenta-do-reino, cardamomo, cravo, erva-doce, cúrcuma e coentro em grãos, mas cada país tem uma dosagem  específica  de cada um desses  ingredientes. No Brasil, o que determina o sabor mais acentuado é a pimenta-do-reino.


Por Camila Bichuetti

Créditos: Revista  “DietaJá”  novembro 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Intolerâncias alimentares

Se você adora comer, come de tudo e vive se praguejando que isso só engorda pense que pior do que engordar é não poder comer o que gosta. 

Existem muitas pessoas que não podem abusar por problemas de saúde, mas também existem aquelas que precisam excluir determinados nutrientes de sua alimentação por terem intolerâncias alimentares.


Fenilcetonúria (PKU)
Você sabe para que serve o teste do pezinho? Ou por que nos rótulos de refrigerantes dietéticos está escrito: "Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina"? Afinal o que é fenilcetonúria? 

E fenilalanina? Por que é importante sabermos que essa bebida contém essa tal fenilalanina?
A fenilcetonúria é uma doença hereditária caracterizada pela ausência de uma enzima que participa da eliminação da fenilalanina, um aminoácido essencial, ou seja, que é obtido pela alimentação. Este aminoácido está presente nas proteínas, portanto, no leite, nos ovos, nas carnes (todas), leguminosas (feijão, soja, lentilha), queijos. 

Quando essa eliminação não ocorre, o excesso se torna tóxico, atacando o cérebro. Por isso, se a doença não é identificada e tratada, pode causar sérios problemas mentais.
O diagnóstico é feito ao nascer, através do conhecido "teste do pezinho". Quando positivo, o tratamento inicia-se imediatamente, dessa forma a criança pode desenvolver-se normalmente, sem que haja sequelas no sistema nervoso.
O tratamento consiste em uma alimentação restrita de fenilalanina, desde os primeiros meses e deve se estender até a adolescência. Pesquisas recentes têm demonstrado que a restrição alimentar deve continuar, inclusive na idade adulta e, principalmente, na gravidez.
Como todas as proteínas contêm fenilalanina, o tratamento exige uma restrição alimentar severa, sem alimentos proteicos como carne, leites e derivados e ovos. Para suplementar essa ausência, é introduzida no cardápio uma mistura de aminoácidos com pouca, ou nenhuma, fenilalanina. 

No mercado existem produtos especializados que contêm baixo teor de proteínas que podem ser utilizados para tornar mais "normal" a alimentação.
É necessário um acompanhamento médico e nutricional, bem como a realização de exames periódicos.
Doença Celíaca
Se toda vez que você ingere algum tipo de cereal, massas ou outros alimentos feitos de trigo, aveia, malte, centeio e cevada fica com a barriga inchada, tem diarréia, falta de apetite, vômito, dor abdominal, entre outros sintomas é melhor você marcar uma consulta médica, pois você pode ter desenvolvido a intolerância ao glúten.
A doença celíaca é caracterizada pela intolerância permanente ao glúten, que nada mais é do que a proteína presente no trigo, malte, cevada, aveia e centeio. Geralmente se manifesta na infância, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em adultos.
Quem possui essa doença não pode ingerir uma série de alimentos como pães, bolos, macarrão, quibes, pizza, bebidas alcoólicas (a base de malte ou cevada) e produtos industrializados que contenham glúten. O diagnóstico é feito através de uma biópsia na mucosa intestinal. Só depois de receber o resultado dessa biópsia é que se deve iniciar a alimentação sem glúten.
Como essa alimentação restrita deve prosseguir por toda a vida, algumas modificações serão necessárias nos hábitos alimentares. Como, por exemplo, a substituição de farinha de trigo por farinha de arroz, amido de milho, farinha de milho, fubá, farinha de mandioca, polvilho e fécula de batata. 

É preciso tomar cuidado com farinhas com textura de grão, pois são as mais difíceis de dissolver, por isso recomenda-se que elas sejam previamente dissolvidas com parte do líquido da receita. Geralmente essas farinhas necessitam de um tempo maior de preparo e uma quantidade maior de fermento.
Intolerância à lactose
Mais comum do que se imagina, muitas pessoas deixam de produzir, permanentemente, a enzima lactase, responsável pela digestão da lactose, um açúcar encontrado no leite. Elas fazem parte de um grupo que têm a chamada Intolerância à lactose. 

Mas não pense você que, só porque se sentiu mal tomando um copo de leite, não pode mais ingerir lactose. Os sintomas são bem mais sérios como diarreia, dor e inchaço abdominal e flatulência.
O diagnóstico é feito pela observação desses sintomas, seguido de exames clínicos e, em caso positivo, de uma biópsia. A maioria dos adultos que apresenta esse problema pode consumir pequenas quantidades de lactose sem sintomas. Mantendo uma alimentação com lactose reduzida, a digestão dos demais nutrientes é normal.
A alimentação pode incluir alguns queijos envelhecidos, pois contém pouca lactose, e certos iogurtes, dependendo da marca e do processamento, pois possuem enzimas que ajudam na digestão da lactase.
É importante que a pessoa que tem intolerância à lactose sempre leia os rótulos e procure informações sobre as preparações antes de consumi-las.
Roberta dos Santos Silva é nutricionista do site Cyber Diet e especialista em Atendimento Nutricional.
Créditos: cyberdiet.terra.com.br/intolerancias-alimentares-2-1-1-280.html

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