quinta-feira, 25 de maio de 2017

Quando a humanidade vai entender que somos todos iguais?

Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas. Já viram despedidas e beijos mais sinceros do que aeroportos. É no hospital que você vê um homofóbico ser salvo por um médico homossexual. A médica patricinha salvando a vida do mendigo. 

Na UTI você vê um judeu cuidando de um racista, policial e presidiário na mesma enfermaria recebendo os mesmos cuidados, um rico na fila de transplante e o doador é pobre. 

O "Hospital" toca na ferida das pessoas, universos que se cruzam em um propósito divino, e nessa comunhão de destinos nos damos conta de que sozinhos não somos ninguém! A verdade absoluta das pessoas, na maioria das vezes, só aparece no momento da dor ou na ameaça da perda! (Autor desconhecido)

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