segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Não vemos as coisas como elas são, vemos as coisas como nós somos

De onde vem essa cegueira eterna que nos faz lidar com o novo usando os velhos padrões? Estamos reduzindo as possibilidades de nossa vida e limitando o potencial de nossa obra pela dificuldade de nos abrirmos verdadeiramente para o horizonte mais amplo do novo.

Os padrões que formatam nosso olhar sobre a existência também criam uma cortina de fumaça que nos ilude e confunde nossas percepções. Albert Einstein nos ensina que “não é possível resolver os problemas no mesmo nível de consciência que os criou”. 

É preciso transcender o estado do pensamento e percepção que gerou determinada situação ou relação e funcionar em um estado mais amplo e, portanto, mais cheio de possibilidades. A forma como enxergamos a realidade é que a modela. 

Vivemos dentro dos limites de nosso olhar, de nossa percepção. Cada um de nós modelou uma lente, uma forma de ver a realidade, ou o que a ciência chama de paradigma. 

Essa formatação não é a verdade, é apenas um modelo pessoal da verdade. Sendo assim, é preciso que estejamos atentos à possibilidade de ver outras formas, outros modelos de mundo.

Créditos: O Mundo da Saúde / Dulce Magalhães (Ph.D. em Filosofia pela Columbia University. Membro do Conselho Gestor da UNIPAZ SC. Eleita uma das 100 Lideranças da Paz no mundo pela Geneve for Peace Foundation. E-mail: dulce@work.com.br)

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